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<channel><title><![CDATA[GlobalTree - Blog]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog]]></link><description><![CDATA[Blog]]></description><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 13:17:58 -0300</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[O Patriarca do Tempo: A Árvore Mais Antiga do Brasil]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/o-patriarca-do-tempo-a-arvore-mais-antiga-do-brasil]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/o-patriarca-do-tempo-a-arvore-mais-antiga-do-brasil#comments]]></comments><pubDate>Tue, 04 Nov 2025 11:31:58 GMT</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/o-patriarca-do-tempo-a-arvore-mais-antiga-do-brasil</guid><description><![CDATA[         Entre o Cerrado e a Mata Atl&acirc;ntica, no cora&ccedil;&atilde;o do interior paulista, vive um gigante silencioso.&nbsp;Com cerca de 600 anos, ele nasceu antes mesmo de o Brasil existir &mdash; e continua de p&eacute;, testemunhando s&eacute;culos de hist&oacute;ria.&nbsp;Seu nome &eacute; Patriarca, um imponente jequitib&aacute;-rosa (Cariniana legalis) localizado no Parque Estadual de Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro (SP).Um Tesouro da Natureza BrasileiraEstima-se que o Pat [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/o-patriarca-2_orig.jpg" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div class="paragraph">Entre o Cerrado e a Mata Atl&acirc;ntica, no cora&ccedil;&atilde;o do interior paulista, vive um gigante silencioso.&nbsp;Com cerca de <strong>600 anos</strong>, ele nasceu antes mesmo de o Brasil existir &mdash; e continua de p&eacute;, testemunhando s&eacute;culos de hist&oacute;ria.&nbsp;Seu nome &eacute; <strong>Patriarca</strong>, um imponente <strong>jequitib&aacute;-rosa (Cariniana legalis)</strong> localizado no <strong>Parque Estadual de Vassununga</strong>, em <strong>Santa Rita do Passa Quatro (SP)</strong>.<br /><br /><strong>Um Tesouro da Natureza Brasileira</strong><br />Estima-se que o Patriarca tenha brotado por volta de <strong>1.400</strong>, em uma &eacute;poca em que as florestas cobriam o territ&oacute;rio brasileiro de forma quase cont&iacute;nua.&nbsp;Hoje, ele mede aproximadamente <strong>42 metros de altura</strong> e <strong>4 metros de di&acirc;metro</strong>, sendo considerado a <strong>&aacute;rvore viva mais antiga do Brasil</strong>.<br /><br />Pesquisas realizadas pelo <strong>professor M&aacute;rio Tomazello Filho</strong>, da <strong>ESALQ/USP</strong>, confirmam sua idade por meio da t&eacute;cnica da <strong>dendrocronologia</strong> &mdash; o estudo dos <strong>an&eacute;is de crescimento</strong> das &aacute;rvores.<br /><br /><strong>Como se Estima a Idade de uma &Aacute;rvore</strong><br />A <strong>dendrocronologia</strong> &eacute; uma ci&ecirc;ncia fascinante que permite determinar a idade das &aacute;rvores e compreender como o clima influencia seu crescimento.&nbsp;Conforme explicado nos pain&eacute;is exibidos no <strong>Centro de Visitantes do Parque</strong>, ela estuda os <strong>an&eacute;is de crescimento anual</strong> formados no lenho (madeira).<br /><br />&#8203;Segundo a equipe da ESALQ/USP (professores <strong>Cl&aacute;udio S&eacute;rgio Lisi</strong> e <strong>M&aacute;rio Tomazello Filho</strong>):&nbsp;&#8203;&ldquo;Os an&eacute;is de crescimento s&atilde;o formados por mudan&ccedil;as peri&oacute;dicas nas c&eacute;lulas que constituem o lenho. Cada anel representa aproximadamente um ano de vida, e sua espessura varia conforme as condi&ccedil;&otilde;es ambientais.&rdquo;<br /><br />Durante as esta&ccedil;&otilde;es chuvosas, o crescimento &eacute; mais r&aacute;pido, formando <strong>an&eacute;is largos e claros</strong>.&nbsp;Nas &eacute;pocas secas ou frias, o crescimento desacelera, resultando em <strong>an&eacute;is finos e escuros</strong>.&nbsp;Essas varia&ccedil;&otilde;es s&atilde;o registros naturais da hist&oacute;ria clim&aacute;tica &mdash; uma verdadeira <strong>linha do tempo da floresta</strong>.<br /><br />&#8203;<span>Essa mesma metodologia foi utilizada para datar o&nbsp;</span><strong>Patriarca de Vassununga</strong><span>, cuja idade foi estimada entre&nbsp;</span><strong>580 e 600 anos</strong><span>, tornando-o mais velho que o pr&oacute;prio Brasil.</span><br /></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/an-is-de-crescimento_orig.jpg" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:center;"><em>Foto: se&ccedil;&atilde;o transversal de tronco exposta no laborat&oacute;rio de dendrocronologia<br />&#8203;ESALQ/USP, com 144 an&eacute;is vis&iacute;veis de um jequitib&aacute;-rosa estudado</em></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div class="paragraph"><span>&#8203;<strong>O Jequitib&aacute;-Rosa: S&iacute;mbolo de Grandeza e Resist&ecirc;ncia</strong></span><br /><span>O&nbsp;</span><strong>jequitib&aacute;-rosa (Cariniana legalis)</strong><span>&nbsp;&eacute; uma das esp&eacute;cies mais emblem&aacute;ticas da&nbsp;</span><strong>Mata Atl&acirc;ntica</strong><span>.&nbsp;Ocorre em S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e norte do Paran&aacute;, podendo atingir at&eacute;&nbsp;</span><strong>60 m de altura</strong><span>.&nbsp;Devido ao desmatamento secular, hoje encontra-se classificado como&nbsp;</span><strong>vulner&aacute;vel &agrave; extin&ccedil;&atilde;o</strong><span>, segundo o painel informativo do pr&oacute;prio Parque.&nbsp;</span><span>O Patriarca &eacute; o maior exemplar encontrado no Parque Estadual de Vassununga e mede 4 m de di&acirc;metro e 40 m de altura.</span></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/040-045-arvores-213_orig.jpg" alt="Fotografia" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:center;">Gr&aacute;fico: A Vida de um Jatob&aacute;.&nbsp;<em>Fonte: Revista Pesquisa FAPESP &ndash; &ldquo;Os C&iacute;rculos do Tempo&rdquo;, por Marcos Pivetta, publicado em novembro de 2013.&nbsp;</em><span>&#128279;&nbsp;</span><a href="https://revistapesquisa.fapesp.br/os-circulos-tempo/" target="_new">Leia o artigo completo</a></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:31px;"></div>  <div class="paragraph">O gr&aacute;fico ilustra como os <strong>an&eacute;is de crescimento</strong> registram as varia&ccedil;&otilde;es ambientais ao longo do tempo.&nbsp;Em 60 anos de observa&ccedil;&atilde;o, os pesquisadores analisaram o <strong>&iacute;ndice de crescimento</strong> de dois jatob&aacute;s &mdash; o <strong>jatob&aacute;-do-cerrado (Hymenaea stigonocarpa)</strong> e o <strong>jatob&aacute;-da-floresta (H. courbaril)</strong> &mdash; mostrando como fatores clim&aacute;ticos, como chuvas e per&iacute;odos de seca, alteram a largura de cada anel anual.<br /><br />Nos anos chuvosos, o tronco cresce mais rapidamente e forma <strong>an&eacute;is largos</strong>; j&aacute; em per&iacute;odos secos ou frios, o crescimento desacelera e os <strong>an&eacute;is ficam estreitos</strong>, funcionando como um <strong>registro natural do clima e da hist&oacute;ria ambiental</strong>.<br /><br />O mesmo princ&iacute;pio cient&iacute;fico &eacute; utilizado nos estudos do <strong>jequitib&aacute;-rosa &ldquo;Patriarca&rdquo;</strong>, no Parque Estadual de Vassununga, para estimar sua idade e entender as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas que marcaram seus s&eacute;culos de vida.<br /></div>  <div class="paragraph"><strong>O Parque Estadual de Vassununga</strong><br /><span>Criado em&nbsp;</span><strong>1970</strong><span>, o&nbsp;</span><strong>Parque Estadual de Vassununga</strong><span>&nbsp;foi concebido para preservar as &uacute;ltimas florestas de jequitib&aacute;s-rosa e fragmentos de Cerrado e Floresta Rip&aacute;ria da regi&atilde;o.&nbsp;Com&nbsp;</span><strong>2.071 hectares</strong><span>, &eacute; dividido em seis glebas:&nbsp;</span><strong>Capetinga Leste e Oeste, Praxedes, Maravilha, Cap&atilde;o da V&aacute;rzea e P&eacute; de Gigante</strong><span>.</span><br /><br /><span>&#8203;&ldquo;Na Trilha dos Jequitib&aacute;s, o visitante poder&aacute; reverenciar o exemplar de jequitib&aacute;-rosa conhecido como &lsquo;O Patriarca&rsquo;, digno representante da esp&eacute;cie &mdash; um verdadeiro monumento natural e um tributo &agrave; natureza e &agrave; vida.&rdquo;</span><br /><em>(Painel institucional &ndash; Funda&ccedil;&atilde;o Florestal, Governo do Estado de SP)</em><br /><br /><strong>&#8203;Visitar o Patriarca</strong><br /><span>O&nbsp;</span><strong>Parque Estadual de Vassununga</strong><span>, criado em 1970, est&aacute; situado &agrave;s margens da&nbsp;</span><strong>rodovia Anhanguera (SP-330)</strong><span>, em Santa Rita do Passa Quatro.&nbsp;Ali, a&nbsp;</span><strong>Trilha dos Jequitib&aacute;s</strong><span>&nbsp;convida os visitantes a caminhar entre &aacute;rvores centen&aacute;rias, escutando o som do vento e percebendo o tempo de outra forma &mdash; o&nbsp;</span><strong>tempo da natureza</strong><span>.</span><br /><br /><span>Al&eacute;m do Patriarca, &eacute; poss&iacute;vel conhecer a&nbsp;</span><strong>Matriarca</strong><span>, uma &aacute;rvore vizinha ainda mais alta, com 44 metros de altura.</span><br /><br /><strong>O Exemplo que Inspira</strong><br /><span>Assim como o Patriarca, cada &aacute;rvore plantada &eacute; um s&iacute;mbolo de&nbsp;</span><strong>esperan&ccedil;a e continuidade</strong><span>.</span><br /><span>Ao olhar para esse gigante, entendemos o prop&oacute;sito da&nbsp;</span><strong>GlobalTree</strong><span>: plantar hoje o que sustentar&aacute; as pr&oacute;ximas gera&ccedil;&otilde;es.</span><br /><span>Cuidar da terra &eacute; cuidar do futuro &mdash; e o Patriarca nos ensina, em sil&ecirc;ncio, que&nbsp;</span><strong>o tempo da natureza &eacute; o tempo certo</strong><span>.<br /><br />&#8203;</span><strong>Informa&ccedil;&otilde;es para Visita&ccedil;&atilde;o&nbsp;</strong><br /><span>&#128205;&nbsp;</span>&#8203;Parque Estadual de Vassununga<br />Rodovia Anhanguera (SP-330), km 245 &ndash; Zona Rural<br />Santa Rita do Passa Quatro &ndash; SP<br /><br /><strong>Melhor &eacute;poca para visita&ccedil;&atilde;o</strong><br /><span>&#128467;&#65039;&nbsp;</span>De <strong>abril a setembro</strong>, quando o clima &eacute; mais seco e agrad&aacute;vel, ideal para caminhadas e observa&ccedil;&atilde;o da natureza.<br />Durante os meses mais quentes e &uacute;midos (outubro a mar&ccedil;o), ocorre <strong>maior prolifera&ccedil;&atilde;o de mosquitos</strong>, sendo recomendado evitar a visita&ccedil;&atilde;o neste per&iacute;odo ou obrigat&oacute;rio o uso intenso de <strong>repelente e roupas leves de manga comprida</strong>.<br /><br /><strong>Centro de Visitantes</strong><br />&#128222; (19) 3582-1807<br />&#128172;<span>&nbsp;</span>WhatsApp/Telefone: (19) 97163-7206<br /><br /><strong>Administra&ccedil;&atilde;o</strong><br />&#8203;<span>&#127807;&nbsp;</span>Instituto Florestal | Funda&ccedil;&atilde;o Florestal<br />Secretaria do Meio Ambiente &ndash; Governo do Estado de S&atilde;o Paulo<br /><br /><strong>Programa</strong><br />&#127807; <em>Trilhas de S&atilde;o Paulo</em> &ndash; <a target="_new">www.trilhasdesaopaulo.sp.gov.br</a><br /><br /><strong>Ouvidoria</strong><br />&#128222; (11) 3133-3479 / (11) 3133-3487</div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div class="paragraph">&#128218; <strong>Fonte principal:</strong> <em>National Geographic Brasil</em> &ndash; &ldquo;Qual &eacute; a &aacute;rvore mais antiga do Brasil? Spoiler: ela tem mais de 600 anos&rdquo; (publicado em 19 de setembro de 2025).&nbsp;&#128279; <a href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2025/09/qual-e-a-arvore-mais-antiga-do-brasil-spoiler-ela-tem-mais-de-600-anos?utm_source=chatgpt.com" target="_new">Leia o artigo completo aqui</a><br /><br />&#8203;&#128214; <strong>Fontes complementares:</strong><ul><li>USP &ndash; Tomazello Filho et al., <em>Dendrocronologia e Crescimento do Jequitib&aacute;-Rosa</em> (ESALQ/USP).</li><li>Embrapa, <em>An&eacute;is de Crescimento e Varia&ccedil;&otilde;es Clim&aacute;ticas nas Esp&eacute;cies Tropicais</em> (Infoteca).</li><li>Epagri SC, <em>An&eacute;is de Crescimento e Fatores Ambientais em Esp&eacute;cies Brasileiras</em>.</li><li><em>ESALQ/USP</em> &mdash; Laborat&oacute;rio de Anatomia da Madeira e An&eacute;is de Crescimento (Cl&aacute;udio S&eacute;rgio Lisi e M&aacute;rio Tomazello Filho).<br /><span></span></li><li><em>Pain&eacute;is informativos do Parque Estadual de Vassununga</em> &mdash; Funda&ccedil;&atilde;o Florestal / Governo do Estado de S&atilde;o Paulo.<br /><span></span></li></ul></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Plantas que Atraem Aves e Outros Bichos - eBook]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/plantas-que-atraem-aves-e-outros-bichos-ebook]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/plantas-que-atraem-aves-e-outros-bichos-ebook#comments]]></comments><pubDate>Mon, 12 Jul 2021 23:07:41 GMT</pubDate><category><![CDATA[Abelhas]]></category><category><![CDATA[Aves]]></category><category><![CDATA[Bichos]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/plantas-que-atraem-aves-e-outros-bichos-ebook</guid><description><![CDATA[       Por&nbsp;Editora UNESPO que &eacute; o homem sem os animais? Se todos os animais&nbsp;acabassem, o homem morreria de uma grande solid&atilde;ode esp&iacute;rito. Porque tudo quanto acontece aos animais,&nbsp;logo acontece ao homem. Tudo est&aacute; relacionado entre si.&#8203;Deves ensinar a teus filhos que o ch&atilde;o debaixo de seus&nbsp;p&eacute;s s&atilde;o as cinzas de nossos antepassados, para quetenham respeito ao pa&iacute;s; conta a teus filhos que a&nbsp;riqueza da terra s&ati [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:left"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/post_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Por&nbsp;Editora UNESP<br /><br />O que &eacute; o homem sem os animais? Se todos os animais&nbsp;acabassem, o homem morreria de uma grande solid&atilde;o<br />de esp&iacute;rito. Porque tudo quanto acontece aos animais,&nbsp;logo acontece ao homem. Tudo est&aacute; relacionado entre si.<br /><br />&#8203;Deves ensinar a teus filhos que o ch&atilde;o debaixo de seus&nbsp;p&eacute;s s&atilde;o as cinzas de nossos antepassados, para que<br />tenham respeito ao pa&iacute;s; conta a teus filhos que a&nbsp;riqueza da terra s&atilde;o as vidas da parentela nossa.<br />Ensina a teus filhos o que temos ensinado aos nossos:&nbsp;que a terra &eacute; nossa m&atilde;e. Tudo quanto fere a terra &minus; fere<br />os filhos da terra. Se os homens cospem no ch&atilde;o, cospem&nbsp;sobre eles pr&oacute;prios.<br /><br />De uma coisa sabemos: A terra n&atilde;o pertence ao homem,&nbsp;&eacute; o homem que pertence &agrave; terra, disso temos certeza.<br />Todas as coisas est&atilde;o interligadas, como o sangue que&nbsp;une uma fam&iacute;lia. Tudo est&aacute; relacionado entre si. Tudo<br />quanto agride a terra, agride os filhos da terra. N&atilde;o foi&nbsp;o homem quem teceu a trama da vida: ele &eacute; meramente<br />um fio da mesma. Tudo o que ele fizer &agrave; trama, a si&nbsp;pr&oacute;prio far&aacute;.<br /><br />Cacique Seattle (1787-1866)<br />Tribo Duwamish<br /><br />&copy; 2014 Editora UNESP<br />Cultura Acad&ecirc;mica<br />Pra&ccedil;a da S&eacute;, 108<br />01001-900 &ndash; S&atilde;o Paulo &ndash; SP<br />Tel.: (11) 3242-7171<br />Fax: (11) 3242-7172<br />www.editoraunesp.com.br<br />feu@editora.unesp.br<br /></div>  <div><div style="margin: 10px 0 0 -10px"> <a title="Baixe o arquivo: PLANTAS QUE ATRAEM AVES E OUTROS BICHOS.pdf" href="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/plantas_que_atraem_aves_e_bichos.pdf"><img src="//www.weebly.com/weebly/images/file_icons/pdf.png" width="36" height="36" style="float: left; position: relative; left: 0px; top: 0px; margin: 0 15px 15px 0; border: 0;" /></a><div style="float: left; text-align: left; position: relative;"><table style="font-size: 12px; font-family: tahoma; line-height: .9;"><tr><td colspan="2"><b> PLANTAS QUE ATRAEM AVES E OUTROS BICHOS.pdf</b></td></tr><tr style="display: none;"><td>File Size:  </td><td>4185 kb</td></tr><tr style="display: none;"><td>File Type:  </td><td> pdf</td></tr></table><a title="Baixe o arquivo: PLANTAS QUE ATRAEM AVES E OUTROS BICHOS.pdf" href="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/plantas_que_atraem_aves_e_bichos.pdf" style="font-weight: bold;">Baixar o arquivo</a></div> </div>  <hr style="clear: both; width: 100%; visibility: hidden"></hr></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Guia de Identificação de Abelhas sem Ferrão, para resgate em Áreas de Supressão Florestal]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/identificacaode-abelhas-sem-ferrao-para-resgate-em-areas-de-supressao-florestal]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/identificacaode-abelhas-sem-ferrao-para-resgate-em-areas-de-supressao-florestal#comments]]></comments><pubDate>Sun, 31 May 2020 15:47:35 GMT</pubDate><category><![CDATA[Identifica&ccedil;&atilde;o de Abelhas]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/identificacaode-abelhas-sem-ferrao-para-resgate-em-areas-de-supressao-florestal</guid><description><![CDATA[       Em todo o Brasil s&atilde;o reconhecidas 244 esp&eacute;cies de abelhas ind&iacute;genas sem ferr&atilde;o e estima-se que existam ainda outras89 esp&eacute;cies a serem descritas pelos&nbsp;especialistas1. Na Amaz&ocirc;nia Oriental, onde est&aacute; demarcado o estado do Par&aacute;, s&atilde;o conhecidas at&eacute;&nbsp;o momento 110 esp&eacute;cies1. Neste guia ilustrado,&nbsp;inclu&iacute;mos as fotografias de 41 esp&eacute;cies, o que&nbsp;representa um pouco menos da metade da faun [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:left"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/sem-t-tulo-1_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Em todo o Brasil s&atilde;o reconhecidas 244 esp&eacute;cies de abelhas ind&iacute;genas sem ferr&atilde;o e estima-se que existam ainda outras<br />89 esp&eacute;cies a serem descritas pelos&nbsp;especialistas1. Na Amaz&ocirc;nia Oriental, onde est&aacute; demarcado o estado do Par&aacute;, s&atilde;o conhecidas at&eacute;&nbsp;o momento 110 esp&eacute;cies1. Neste guia ilustrado,&nbsp;inclu&iacute;mos as fotografias de 41 esp&eacute;cies, o que&nbsp;representa um pouco menos da metade da fauna conhecida para o estado.<br />&#8203;<br />A entrada das col&ocirc;nias de abelhas sem ferr&atilde;o &eacute; um car&aacute;ter que possibilita a identifi ca&ccedil;&atilde;o da maioria das esp&eacute;cies ou g&ecirc;neros, de forma f&aacute;cil e segura,&nbsp;diretamente em campo e, por isto, est&atilde;o aqui&nbsp;compiladas. Adicionalmente, s&atilde;o tamb&eacute;m apresentadas&nbsp;fotografi as das oper&aacute;rias, disponibilizadas por direito&nbsp;pela Cole&ccedil;&atilde;o Camargo, da FFCLRP-USP.&nbsp;A nomenclatura empregada aqui &eacute; baseada nos nomes&nbsp;aceitos para as esp&eacute;cies de Meliponini segundo&nbsp;Camargo &amp; Pedro (2013)2.<br /><br />Luciano Costa<br />Pesquisador do Instituto Tecnol&oacute;gico Vale<br /><br />Oguia de identifica&ccedil;&atilde;o de abelhas sem ferr&atilde;o do Par&aacute; foi&nbsp;feito para facilitar o reconhecimento das v&aacute;rias esp&eacute;cies&nbsp;de abelhas nativas que ocorrem na Floresta Nacional&nbsp;de Caraj&aacute;s. Esse guia &eacute; importante para as equipes de&nbsp;resgate de ninhos em &aacute;reas de supress&atilde;o vegetal, para os criadores&nbsp;e para os &oacute;rg&atilde;os de controle ambiental. A maioria das esp&eacute;cies<br />de abelhas sociais da Amaz&ocirc;nia &eacute; pouco conhecida, de modo que&nbsp;este material contribuir&aacute; para ampliar o conhecimento geral desses&nbsp;importantes componentes da biodiversidade Amaz&ocirc;nica.<br /><br />O guia &eacute; parte de uma iniciativa de pesquisa e desenvolvimento do ITV&nbsp;com a Vale Corredor Norte, atrav&eacute;s da Ger&ecirc;ncia de Meio Ambiente da&nbsp;Serra Norte, Serra Sul e Serra Leste.<br /><br />S&atilde;o apresentadas as entradas dos ninhos de 41 esp&eacute;cies de abelhas&nbsp;sem ferr&atilde;o. Para todas elas temos as pranchas mostrando como&nbsp;reconhecer as oper&aacute;rias de cada ninho. Toda informa&ccedil;&atilde;o aqui&nbsp;compilada foi baseada na Cole&ccedil;&atilde;o Camargo da Faculdade de Filosofia,&nbsp;Ci&ecirc;ncias e Letras da Universidade de S. Paulo em Ribeir&atilde;o Preto,&nbsp;portanto certificadas por especialistas. O guia ter&aacute; fun&ccedil;&atilde;o primordial&nbsp;para as equipes que realizam o resgate de ninhos de abelhas<br />das &aacute;reas de supress&atilde;o de vegeta&ccedil;&atilde;o, devidamente autorizadas&nbsp;pelo ICMBIO. As col&ocirc;nias resgatadas servir&atilde;o de base para as&nbsp;atividades da rec&eacute;m-criada biof&aacute;brica de abelhas, cuja finalidade &eacute;&nbsp;prover col&ocirc;nias selecionadas ou melhoradas para meliponicultores&nbsp;melhorarem sua renda e a produ&ccedil;&atilde;o de mel.<br /><br />Ampliar e organizar o conhecimento sobre biodiversidade e coloc&aacute;-lo a servi&ccedil;o da conserva&ccedil;&atilde;o da natureza e uso pelas comunidades&nbsp;locais &eacute; uma de nossas diretrizes fundamentais. Fa&ccedil;am bom uso&nbsp;desta ferramenta!<br /><br />Jose Oswaldo Siqueira<br />Diretor do Instituto Tecnol&oacute;gico Vale<br /><br />Por Vale S .A.<br /></div>  <h2 class="wsite-content-title">Download do Guia</h2>  <div><div style="margin: 10px 0 0 -10px"> <a title="Baixe o arquivo: guia_fotografico_de_identificacao_de_abelhas_sem_ferrao_para_resgate_em_areas_de_supressao_florestal.pdf" href="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/guia_fotografico_de_identificacao_de_abelhas_sem_ferrao_para_resgate_em_areas_de_supressao_florestal.pdf"><img src="//www.weebly.com/weebly/images/file_icons/pdf.png" width="36" height="36" style="float: left; position: relative; left: 0px; top: 0px; margin: 0 15px 15px 0; border: 0;" /></a><div style="float: left; text-align: left; position: relative;"><table style="font-size: 12px; font-family: tahoma; line-height: .9;"><tr><td colspan="2"><b> guia_fotografico_de_identificacao_de_abelhas_sem_ferrao_para_resgate_em_areas_de_supressao_florestal.pdf</b></td></tr><tr style="display: none;"><td>File Size:  </td><td>25094 kb</td></tr><tr style="display: none;"><td>File Type:  </td><td> pdf</td></tr></table><a title="Baixe o arquivo: guia_fotografico_de_identificacao_de_abelhas_sem_ferrao_para_resgate_em_areas_de_supressao_florestal.pdf" href="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/guia_fotografico_de_identificacao_de_abelhas_sem_ferrao_para_resgate_em_areas_de_supressao_florestal.pdf" style="font-weight: bold;">Baixar o arquivo</a></div> </div>  <hr style="clear: both; width: 100%; visibility: hidden"></hr></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Educação ambiental pode virar disciplina obrigatória]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/educacao-ambiental-pode-virar-disciplina-obrigatoria]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/educacao-ambiental-pode-virar-disciplina-obrigatoria#comments]]></comments><pubDate>Tue, 06 Aug 2019 18:04:55 GMT</pubDate><category><![CDATA[Educa&ccedil;&atilde;o Ambiental]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/educacao-ambiental-pode-virar-disciplina-obrigatoria</guid><description><![CDATA[         Muito do que se aprende&nbsp;e vive&nbsp;durante a inf&acirc;ncia torna-se&nbsp;essencial na cria&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e personalidade&nbsp;de uma pessoa. Tamb&eacute;m s&atilde;o encontradas e cultivadas desde a inf&acirc;ncia&nbsp;as prefer&ecirc;ncias,&nbsp;gostos e&nbsp;paix&otilde;es &ndash; ou&nbsp;coisas pelas quais presamos e admiramos. Por essa raz&atilde;o, a educa&ccedil;&atilde;o ambiental tem grande import&acirc;ncia desde os primeiros anos de vida das crian&c [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:left"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/hands-macro-plant-soil-922107-1_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div class="paragraph">Muito do que se aprende&nbsp;e vive&nbsp;durante a inf&acirc;ncia torna-se&nbsp;essencial na cria&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e personalidade&nbsp;de uma pessoa. Tamb&eacute;m s&atilde;o encontradas e cultivadas desde a inf&acirc;ncia&nbsp;as prefer&ecirc;ncias,&nbsp;gostos e&nbsp;paix&otilde;es &ndash; ou&nbsp;coisas pelas quais presamos e admiramos. Por essa raz&atilde;o, a educa&ccedil;&atilde;o ambiental tem grande import&acirc;ncia desde os primeiros anos de vida das crian&ccedil;as.<br /><br />Cuidamos e protegemos com carinho aquilo que amamos e que temos intimidade, e isso requer conhecimento e conviv&ecirc;ncia. Em linha com esse tema, um projeto de lei prop&otilde;e tornar a educa&ccedil;&atilde;o ambiental uma disciplina obrigat&oacute;ria no ensino fundamental e m&eacute;dio. Atualmente, ela &eacute; tratada somente como tema transversal &agrave;s demais disciplinas.<br /><br />Essa discuss&atilde;o j&aacute; tramitou nos &oacute;rg&atilde;os competentes no passado, desde 2015. Algumas de suas principais pol&ecirc;micas s&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; forma&ccedil;&atilde;o que deveria ser necess&aacute;ria aos profissionais de ensino. Ou ainda, quais seriam os conte&uacute;dos a serem ministrados na disciplina de EA (Educa&ccedil;&atilde;o Ambiental). A pergunta que paira &eacute; tamb&eacute;m se a EA n&atilde;o seria um processo que deveria ser desenvolvida ao longo de toda a educa&ccedil;&atilde;o formal das pessoas.<br /><br />Para responder a essas quest&otilde;es, dever&atilde;o ainda existir discuss&otilde;es sobre o tema. Por&eacute;m, &eacute; clara a import&acirc;ncia e os benef&iacute;cios que sua aprova&ccedil;&atilde;o trar&aacute; &agrave;s pr&oacute;ximas gera&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Por&nbsp;<a href="http://www.arvoregenerosa.org.br/">http://www.arvoregenerosa.org.br</a><br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[68 Flores para Jataí]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/flores-para-jatai]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/flores-para-jatai#comments]]></comments><pubDate>Wed, 26 Dec 2018 16:16:28 GMT</pubDate><category><![CDATA[Abelhas Sem Ferr&atilde;o]]></category><category><![CDATA[Atrativo]]></category><category><![CDATA[Cera]]></category><category><![CDATA[Flores]]></category><category><![CDATA[Gel&eacute;ia Real]]></category><category><![CDATA[P&oacute;len]]></category><category><![CDATA[Poliniza&ccedil;&atilde;o]]></category><category><![CDATA[Pr&oacute;polis]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/flores-para-jatai</guid><description><![CDATA[       Disponibilizamos uma lista de flores &uacute;teis para jata&iacute;s, aquelas abelhinhas nativas e sem ferr&atilde;o, aqui para o Sudeste. &Eacute; &oacute;bvio que se voc&ecirc; observar, poder&aacute; ir ampliando continuamente a lista. Os meses de florescimento s&atilde;o aproximados, pois variam com o comportamento do clima. A maioria ocorre na natureza, outras podem ser plantadas e florescem rapidamente, como o beijo, a maria-sem-vergonha e a coroa-de-cristo. Esta &uacute;ltima n&ati [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:left"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/jatai-em-flor-de-cenoura-cr-dito-cristiano-menezes-reduzido-1440x564-c_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Disponibilizamos uma lista de flores &uacute;teis para jata&iacute;s, aquelas abelhinhas nativas e sem ferr&atilde;o, aqui para o Sudeste. &Eacute; &oacute;bvio que se voc&ecirc; observar, poder&aacute; ir ampliando continuamente a lista. Os meses de florescimento s&atilde;o aproximados, pois variam com o comportamento do clima. A maioria ocorre na natureza, outras podem ser plantadas e florescem rapidamente, como o beijo, a maria-sem-vergonha e a coroa-de-cristo. Esta &uacute;ltima n&atilde;o pode faltar, pois as jata&iacute;s encontram nela n&eacute;ctar, p&oacute;len e pr&oacute;pole.<br /><br /><strong>Flora Utilizada pelas Jata&iacute;s</strong><br /><br /><ol><li>Alfafa-do-campo (Stylosanthes scabra) (abril)</li><li>Alfinete (Sirene armenia) (janeiro a mar&ccedil;o)</li><li>Arnica-brasileira (Solidago chilensis) (junho a setembro)</li><li>Aroeira-branca (Lithraea molleoides) (setembro)</li><li>Aroeira- vermelha (Schinus therebentifolius) (dezembro)</li><li>Arruda (Ruta graveolens) (agosto a setembro)</li><li>Assapeixe (Vernonia polyanthes) (julho a agosto)</li><li>Astrap&eacute;ia (Dombeya burgessiae) (abril a julho)</li><li>Astrap&eacute;ia-rosa (Dombeya wallichii) (julho a agosto)</li><li>Azal&eacute;ia-lil&aacute;s (Rhododendron indicum) (abril a julho)</li><li>Azal&eacute;ia-rosa (Rhododendron indicum) (agosto a setembro)</li><li>Babosa-de-flor-rosa (Aloe arborescens) (janeiro)</li><li>Beijo (Impatiens balsamina) (abril a junho e outubro a dezembro)</li><li>Bico-de- papagaio (Euphorbia pulcherrima) (abril a julho)</li><li>Calabura (Muntingia calabura) (outubro a dezembro)</li><li>Cambar&aacute;-roxo (Eupatorium squalidum) (fevereiro a mar&ccedil;o)</li><li>Catinga-de-mulata (Iboza riparia) (junho a julho)</li><li>Char&atilde;o (Toxicodendron verniciferum) novembro)</li><li>Chocalho (Crotalaria pallida) (mar&ccedil;o a maio)</li><li>C&oacute;leos &ndash; v&aacute;rios (Coleus spp) janeiro a mar&ccedil;o)</li><li>Confete (Lagerstroemia indica) (dezembro)</li><li>Core&oacute;pse (Coreopsis grandiflora) (agosto a janeiro)</li><li>Coroa-de-cristo (Euphorbia milii var. splendens) (janeiro a dezembro)</li><li>Coroa-de-cristo-grande (Euphorbia milii var. milli (janeiro)</li><li>Cravo-do-campo (Senecio brasiliensis) (agosto a outubro)</li><li>Cr&oacute;ton - v&aacute;rios (Croton spp) (setembro a fevereiro)</li><li>D&aacute;lia &ndash; v&aacute;rias (Dahlia spp) (abril a maio)</li><li>Dietes (Dietes vegeta) (julho a novembro)</li><li>Espiguinha (Mimosa daleoides) ((janeiro a fevereiro)</li><li>Esponjinha vermelha (Calliandra twedii) (janeiro a dezembro)</li><li>Esporinha (Delphinium sp) (julho a novembro)</li><li>Eupat&oacute;rio-roxo (Eupathorium macrocephalum) (janeiro a maio)</li><li>Feij&atilde;o-de-praia (Sophora tomentosa) (agosto a mar&ccedil;o)</li><li>Fumo (Nicotiana tabacum) (dezembro a abril)</li><li>Funcho (Foeniculum vulgare) (dezembro a mar&ccedil;o)</li><li>Grev&iacute;lea (Grevilea banksii) (janeiro a dezembro)</li><li>Guaco-liso (Mikania cordifolia) (julho a agosto)</li><li>Guanxuma (Sida rhombifolia) (dezembro a mar&ccedil;o)</li><li>Guiso-de-cascavel (Crotalaria lanceolata) (janeiro a mar&ccedil;o)</li><li>Jasmim-estrela (Jasminum azoricum) (novembro a janeiro)</li><li>Lanceta (Eclipta alba) (janeiro a fevereiro)</li><li>Laranjeiras, limoeiros, tangerinas (Citrus spp) (setembro a outubro)</li><li>Madressilva (Lonicera japonica) ((setembro a outubro)</li><li>Malmequer (Aster laevis) ((outubro a novembro)</li><li>Mangueira (Mangifera indica) (julho a setembro)</li><li>Margarid&atilde;o amarelo (Tithonia speciosa) (abril a maio)</li><li>Manjeric&atilde;o (Ocimum sellowii) (novembro a junho)</li><li>Maria-sem-vergonha (Impatiens sultanii) (janeiro a dezembro)</li><li>Murici (Byrsonima intermedia) (novembro a junho)</li><li>Mu&ccedil;amb&ecirc; (Cleome spinosa) (novembro a dezembro)</li><li>Onze-horas (Mesembryantemum spectabilis) (outubro a dezembro)</li><li>Or&eacute;gano (Origanum vulgare) (dezembro a janeiro)</li><li>Orelha-de-on&ccedil;a (Tibouchina holoserice) (novembro a janeiro)</li><li>Palmeira-elegante (Archontophoenix cunninghamia) (fevereiro a junho)</li><li>Pessegueiro (Prunus persica) (julho a agosto)</li><li>Pic&atilde;o branco (Galinsoga parviflora) (julho a novembro)</li><li>Pitanga (Eugenia pitanga) (julho a agosto)</li><li>Primavera (Bougainvillea spectabilis) (setembro a novembro)</li><li>Quaresmeira (Tibouchina granulosa) (janeiro a abril)</li><li>Sabugueiro (Sambucus australis) (novembro a dezembro)</li><li>S&aacute;lvia vermelha (Salvia splendens) (outubro a novembro; mar&ccedil;o a abril)</li><li>Sensitiva (Mimosa pudica) (fevereiro)</li><li>Serralha (Emilia sonchifolia) ((janeiro a dezembro)</li><li>Sibipiruna (Caesalpinea peltophoroides) (setembro a outubro)</li><li>Su&iacute;n&atilde; (Erythrina speciosa) (junho a setembro)</li><li>Tapete-ingl&ecirc;s (Polygonum capitatum) (maio a junho)</li><li>Tipuana (Tipuana tipu) (outubro a novembro)</li><li>Acerola (Malpighia emarginata) (ano todo) (sugest&atilde;o Amauri Heinrichs)</li></ol></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Gigantes do Bosque]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/livro-gigantes-do-bosque]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/livro-gigantes-do-bosque#comments]]></comments><pubDate>Wed, 10 Oct 2018 14:42:06 GMT</pubDate><category><![CDATA[Gigantes do Bosque]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/livro-gigantes-do-bosque</guid><description><![CDATA[Livro em formato em PDF para download, em alta defini&ccedil;&atilde;o e op&ccedil;&atilde;o compacta           As Secretarias Municipais da Educa&ccedil;&atilde;o e do Meio Ambiente lan&ccedil;aram no dia 21 de setembro, Dia da &Aacute;rvore, o livro &ldquo;Gigantes do Bosque - &Aacute;rvores do Parque Municipal do Morro de S&atilde;o Bento&rdquo;.O livro trata, em resumo, da descri&ccedil;&atilde;o de um espa&ccedil;o territorial importante para o munic&iacute;pio e historicamente ligado &agra [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph">Livro em formato em PDF para download, em alta defini&ccedil;&atilde;o e op&ccedil;&atilde;o compacta</div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:left"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/gigantes-do-bosque_1_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div class="paragraph">As Secretarias Municipais da Educa&ccedil;&atilde;o e do Meio Ambiente lan&ccedil;aram no dia 21 de setembro, Dia da &Aacute;rvore, o livro &ldquo;Gigantes do Bosque - &Aacute;rvores do Parque Municipal do Morro de S&atilde;o Bento&rdquo;.<br /><br />O livro trata, em resumo, da descri&ccedil;&atilde;o de um espa&ccedil;o territorial importante para o munic&iacute;pio e historicamente ligado &agrave; cidade.&nbsp; Foca na vegeta&ccedil;&atilde;o existente e suas particularidades e &nbsp;visa auxiliar as pessoas a reconhecerem algumas esp&eacute;cies importantes nesta vegeta&ccedil;&atilde;o.&nbsp; De um total aproximado de 180 esp&eacute;cies arb&oacute;reas registradas no Parque, 25 s&atilde;o tratadas no encarte.<br /><br />A doutora em Biologia Olga Kotchetkoff Henriques, uma das escritoras do livro e funcion&aacute;ria do Bosque Municipal, esclarece a import&acirc;ncia do livro.&nbsp;<span>&ldquo;</span><span>O livro aborda a hist&oacute;ria, a geologia e a flora do Bosque, mostrando a rela&ccedil;&atilde;o e a import&acirc;ncia destes aspectos na conserva&ccedil;&atilde;o desta &aacute;rea, que constitui uma Unidade de Conserva&ccedil;&atilde;o municipal.</span>.&nbsp;<span>Al&eacute;m disso, as ilustra&ccedil;&otilde;es e descri&ccedil;&otilde;es das esp&eacute;cies arb&oacute;reas facilitam o reconhecimento destas pela popula&ccedil;&atilde;o.&nbsp; Assim, o livro representa um elemento importante para dissemina&ccedil;&atilde;o do conhecimento e embasa o desenvolvimento de projetos de educa&ccedil;&atilde;o ambiental</span>&rdquo;&nbsp;explicou.<br /><br />Foi impressa uma tiragem de cinco mil exemplares, que est&aacute; sendo distribu&iacute;da gratuitamente para a rede escolar, sempre acompanhada de uma forma&ccedil;&atilde;o para os professores, visando contribuir na elabora&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias atividades nas escolas.&nbsp; &ldquo;Iniciamos a distribui&ccedil;&atilde;o para a rede municipal. Posteriormente, atingiremos tamb&eacute;m as redes estadual e particular&rdquo;, finaliza.<br /><br />Abaixo duas vers&otilde;es do livro, com alta defini&ccedil;&atilde;o e compacta, mais adequada ao compartilhamento por redes sociais.<br /><br />Fonte: Prefeitura Municipal de Ribeir&atilde;o Preto</div>  <div><div style="margin: 10px 0 0 -10px"> <a title="Baixe o arquivo: Livro Gigantes do Bosque - Alta Definicao - 232 Mb.pdf" href="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/livro_gigantes_do_bosque.pdf"><img src="//www.weebly.com/weebly/images/file_icons/pdf.png" width="36" height="36" style="float: left; position: relative; left: 0px; top: 0px; margin: 0 15px 15px 0; border: 0;" /></a><div style="float: left; text-align: left; position: relative;"><table style="font-size: 12px; font-family: tahoma; line-height: .9;"><tr><td colspan="2"><b> Livro Gigantes do Bosque - Alta Definicao - 232 Mb.pdf</b></td></tr><tr style="display: none;"><td>File Size:  </td><td>242312 kb</td></tr><tr style="display: none;"><td>File Type:  </td><td> pdf</td></tr></table><a title="Baixe o arquivo: Livro Gigantes do Bosque - Alta Definicao - 232 Mb.pdf" href="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/livro_gigantes_do_bosque.pdf" style="font-weight: bold;">Baixar o arquivo</a></div> </div>  <hr style="clear: both; width: 100%; visibility: hidden"></hr></div>  <div><div style="margin: 10px 0 0 -10px"> <a title="Baixe o arquivo: Livro Gigantes do Bosque - Compacto - 22 Mb.pdf" href="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/livro_gigantes_do_bosque_-_compacto.pdf"><img src="//www.weebly.com/weebly/images/file_icons/pdf.png" width="36" height="36" style="float: left; position: relative; left: 0px; top: 0px; margin: 0 15px 15px 0; border: 0;" /></a><div style="float: left; text-align: left; position: relative;"><table style="font-size: 12px; font-family: tahoma; line-height: .9;"><tr><td colspan="2"><b> Livro Gigantes do Bosque - Compacto - 22 Mb.pdf</b></td></tr><tr style="display: none;"><td>File Size:  </td><td>23136 kb</td></tr><tr style="display: none;"><td>File Type:  </td><td> pdf</td></tr></table><a title="Baixe o arquivo: Livro Gigantes do Bosque - Compacto - 22 Mb.pdf" href="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/livro_gigantes_do_bosque_-_compacto.pdf" style="font-weight: bold;">Baixar o arquivo</a></div> </div>  <hr style="clear: both; width: 100%; visibility: hidden"></hr></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Cartilha de Educação Ambiental]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/cartilha-de-educacao-ambiental]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/cartilha-de-educacao-ambiental#comments]]></comments><pubDate>Thu, 12 Jul 2018 23:36:10 GMT</pubDate><category><![CDATA[Cartilha Ambiental]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/cartilha-de-educacao-ambiental</guid><description><![CDATA[       Desenvolvida pela Prefeitura Municipal de Ribeir&atilde;o Preto - Secretaria do Meio Ambiente  Essa cartilha tem como objetivo informar a comunidade em geral sobre diversos temas ambientais:A import&acirc;ncia da reciclagem do lixo, a n&atilde;o gera&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duo, incorporando, em suas rela&ccedil;&otilde;es sociais, valores e princ&iacute;pios que alterem a forma tradicional de seu cotidiano, dentro e fora de casa, contribuindo para a melhoria de qualidade de vida e [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:left"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/blog-cartilha_orig.png" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:center;">Desenvolvida pela Prefeitura Municipal de Ribeir&atilde;o Preto - Secretaria do Meio Ambiente</div>  <div class="paragraph">Essa cartilha tem como objetivo informar a comunidade em geral sobre diversos temas ambientais:<ul><li>A import&acirc;ncia da reciclagem do lixo, a n&atilde;o gera&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duo, incorporando, em suas rela&ccedil;&otilde;es sociais, valores e princ&iacute;pios que alterem a forma tradicional de seu cotidiano, dentro e fora de casa, contribuindo para a melhoria de qualidade de vida e para a preserva&ccedil;&atilde;o do nosso planeta;</li><li>Como utilizar de forma racional o nosso bem mais precioso - a &aacute;gua;</li><li>Arboriza&ccedil;&atilde;o urbana;</li><li>Bosque municipal;</li><li>Vetores urbanos.</li></ul><br />A publica&ccedil;&atilde;o foi resultado do trabalho da Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura de Ribeir&atilde;o Preto com o apoio de diversas empresas.</div>  <div class="wsite-spacer" style="height:50px;"></div>  <div><div style="margin: 10px 0 0 -10px"> <a title="Baixe o arquivo: Cartilha Ambiental - Secretaria do Meio Ambiente de Ribeir&atilde;o Preto.pdf" href="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/cartilha_ambiental_secretaria_do_meio_ambiente_ribeir&atilde;o_preto.pdf"><img src="//www.weebly.com/weebly/images/file_icons/pdf.png" width="36" height="36" style="float: left; position: relative; left: 0px; top: 0px; margin: 0 15px 15px 0; border: 0;" /></a><div style="float: left; text-align: left; position: relative;"><table style="font-size: 12px; font-family: tahoma; line-height: .9;"><tr><td colspan="2"><b> Cartilha Ambiental - Secretaria do Meio Ambiente de Ribeir&atilde;o Preto.pdf</b></td></tr><tr style="display: none;"><td>File Size:  </td><td>21514 kb</td></tr><tr style="display: none;"><td>File Type:  </td><td> pdf</td></tr></table><a title="Baixe o arquivo: Cartilha Ambiental - Secretaria do Meio Ambiente de Ribeir&atilde;o Preto.pdf" href="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/cartilha_ambiental_secretaria_do_meio_ambiente_ribeir&atilde;o_preto.pdf" style="font-weight: bold;">Baixar o arquivo</a></div> </div>  <hr style="clear: both; width: 100%; visibility: hidden"></hr></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Pegada de Carbono - Tabela de Veículos para Motores Flex]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/pegada-de-carbono-tabela-de-veiculos-para-motores-flex]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/pegada-de-carbono-tabela-de-veiculos-para-motores-flex#comments]]></comments><pubDate>Tue, 16 Jan 2018 19:58:11 GMT</pubDate><category><![CDATA[Pegada de Carbono]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/pegada-de-carbono-tabela-de-veiculos-para-motores-flex</guid><description><![CDATA[Voc&ecirc; sabia que as atividades do dia a dia emitem direta ou indiretamente carbono e, consequentemente, agravam o aquecimento global? Veja qual &eacute; a sua Pegada de Carbono e quantas &aacute;rvores precisa plantar, anualmente, para compensar essas emiss&otilde;es. Se voc&ecirc; possui um carro flex, com um dos motores abaixo, confira a quantidade de &aacute;rvores necess&aacute;rias para realizar o sequestro de carbono emitido, conforme o deslocamento mensal em quil&ocirc;metros.  Tabela [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph">Voc&ecirc; sabia que as atividades do dia a dia emitem direta ou indiretamente carbono e, consequentemente, agravam o aquecimento global? Veja qual &eacute; a sua Pegada de Carbono e quantas &aacute;rvores precisa plantar, anualmente, para compensar essas emiss&otilde;es. Se voc&ecirc; possui um carro flex, com um dos motores abaixo, confira a quantidade de &aacute;rvores necess&aacute;rias para realizar o sequestro de carbono emitido, conforme o deslocamento mensal em quil&ocirc;metros.</div>  <div class="paragraph"><span><font size="3">Tabela Motores Flex: &Aacute;rvores necess&aacute;rias para a compensa&ccedil;&atilde;o (7,14 &aacute;rvores/Ton)</font></span></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0px;margin-right:0px;text-align:center"> <a href='https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/tabela-motor-flex_1_orig.png' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/tabela-motor-flex_1_orig.png" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Exemplo: Se voc&ecirc; tem um carro com motor Flex 1.0 8V e desloca mensalmente em m&eacute;dia 1.000 km, voc&ecirc; precisa plantar anualmente 6 &aacute;rvores.</div>  <div class="paragraph">Fonte:&nbsp;&#8203;<span style="color:rgb(76, 76, 76)">Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ)</span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Babobá, Conheça Sua História]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/baboba-conheca-sua-historia]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/baboba-conheca-sua-historia#comments]]></comments><pubDate>Sun, 14 May 2017 15:26:12 GMT</pubDate><category><![CDATA[Baob&aacute;]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/baboba-conheca-sua-historia</guid><description><![CDATA[       Origin&aacute;rio da &Aacute;frica, o baob&aacute; &eacute; uma das maiores e mais antigas &aacute;rvores do mundo, chegando a alcan&ccedil;ar, quando adulto, de 5 a 25 m de altura e de 7 a 11 m de di&acirc;metro no tronco. Essa planta &eacute; milenar e pode viver at&eacute; 6.000 anos. No meio cient&iacute;fico, &eacute; conhecida como Adansonia Digitata, nome que recebeu em homenagem ao pesquisador franc&ecirc;s Michel Adanson, o primeiro a relatar a exist&ecirc;ncia desse tipo de&nbsp [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/baoba-adansonia-digitata-baobab-bonsai-sementes-para-mudas-d-nq-np-486111-mlb20493908189-112015-f_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">Origin&aacute;rio da &Aacute;frica, o baob&aacute; &eacute; uma das maiores e mais antigas &aacute;rvores do mundo, chegando a alcan&ccedil;ar, quando adulto, de 5 a 25 m de altura e de 7 a 11 m de di&acirc;metro no tronco. Essa planta &eacute; milenar e pode viver at&eacute; 6.000 anos. No meio cient&iacute;fico, &eacute; conhecida como Adansonia Digitata, nome que recebeu em homenagem ao pesquisador franc&ecirc;s Michel Adanson, o primeiro a relatar a exist&ecirc;ncia desse tipo de&nbsp;&aacute;rvore. Ao todo, existem oito esp&eacute;cies de Baob&aacute;s: seis nativas de Madagascar, uma da Austr&aacute;lia e uma do Senegal.<br /><br />Tamb&eacute;m chamado de embondeiro, imbondeiro ou calabaceira, o baob&aacute; &eacute; a &aacute;rvore nacional de Madagascar e o emblema nacional do Senegal, sendo nesse pa&iacute;s considerada sagrada e utilizada como fonte de inspira&ccedil;&atilde;o para lendas, poesias e ritos. De acordo com uma dessas antigas lendas, se um morto for enterrado dentro do tronco de um Baob&aacute;, sua alma continuar&aacute; viva enquanto a planta existir.</div>  <h2 class="wsite-content-title">Baob&aacute; Presente na Literatura</h2>  <div class="paragraph"><span style="color:rgb(51, 51, 51)">Essa &aacute;rvore pode ser vista tamb&eacute;m na literatura, no livro &ldquo;O Pequeno Pr&iacute;ncipe&rdquo;, escrito pelo franc&ecirc;s Antoine de Saint-Exup&eacute;ry. Acredita-se que, para incluir a planta na hist&oacute;ria, o escritor inspirou-se no baob&aacute; da Pra&ccedil;a da Rep&uacute;blica de Recife, quando passou por l&aacute;. Na obra, o protagonista temia os baob&aacute;s, pois o crescimento excessivo dessas &aacute;rvores poderia tomar todo o espa&ccedil;o do asteroide onde vivia.</span></div>  <h2 class="wsite-content-title">&#8203;Principais Curiosidades</h2>  <div class="paragraph">Existem diversas&nbsp;curiosidades&nbsp;sobre essa planta. A mais marcante delas est&aacute; relacionada ao seu extraordin&aacute;rio tronco, que tem formato encorpado na base e vai se estreitando como se fosse um cone, com grandes protuber&acirc;ncias e galhos que permanecem sem folhas durante nove meses. Por isso, quando observada com aten&ccedil;&atilde;o, a &aacute;rvore parece ter sido plantada de cabe&ccedil;a para baixo. O tronco &eacute; oco e resistente ao fogo e, nos meses de chuva, serve de reservat&oacute;rio de &aacute;gua &ndash; algumas esp&eacute;cies possuem capacidade de armazenar at&eacute; 120 mil litros. Por esse motivo, o baob&aacute; &eacute; conhecido como &ldquo;&aacute;rvore garrafa&rdquo;. Tamb&eacute;m gra&ccedil;as a essas peculiaridades, &eacute; comum encontrar pessoas que usem o tronco como moradia, santu&aacute;rios, bares, pontos de &ocirc;nibus e at&eacute; como pris&otilde;es.<br />&#8203;<br />Tudo nessas plantas pode ser aproveitado. Os frutos, chamados de mukua, s&atilde;o ricos em vitamina C, pot&aacute;ssio e c&aacute;lcio. Sua casca &eacute; utilizada na fabrica&ccedil;&atilde;o de cordas e tecido; as&nbsp;folhas t&ecirc;m propriedades medicinais&nbsp;e s&atilde;o aproveitadas como condimento; e de suas sementes pode-se extrair um &oacute;leo rico em vitaminas A e F. Outro fato curioso com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; planta diz respeito &agrave; sua flora&ccedil;&atilde;o que, geralmente, ocorre durante uma &uacute;nica noite.</div>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/flor-2_orig.jpg" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-width:0; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption">Flor do Baob&aacute;</span></span> <div class="paragraph" style="display:block;"></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <h2 class="wsite-content-title">&#8203;Parte da Flora do Brasil</h2>  <div class="paragraph"><span style="color:rgb(51, 51, 51)">Os baob&aacute;s passaram a fazer parte da flora do Brasil somente depois do descobrimento, trazidos, provavelmente, por sacerdotes africanos devido &agrave; cren&ccedil;a religiosa. Hoje &eacute; poss&iacute;vel encontrar poucos exemplares em Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Alagoas, Cear&aacute;, Mato Grosso e Goi&aacute;s.&nbsp;</span><span style="color:rgb(63, 63, 63)">Recife &eacute; uma das cidades brasileiras que possuem mais exemplares desta &aacute;rvore. Elas aparecem nas ruas e quintais e s&atilde;o cultivadas na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde s&atilde;o objeto de estudo.</span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Floresta regenerada é esponja de carbono]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/floresta-regenerada-e-esponja-de-carbono]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/floresta-regenerada-e-esponja-de-carbono#comments]]></comments><pubDate>Sat, 08 Apr 2017 03:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Capoeira]]></category><category><![CDATA[Esponja de carbono]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/floresta-regenerada-e-esponja-de-carbono</guid><description><![CDATA[       Floresta regenerada no Paran&aacute;. Foto: Robin L. Chazdon  As florestas secund&aacute;rias, que rebrotam ap&oacute;s o desmatamento de uma &aacute;rea, s&atilde;o conhecidas pelo nome algo pejorativo de capoeiras. A palavra vem do tupi e significa, literalmente, &ldquo;mato que n&atilde;o &eacute; mais&rdquo;. Vistas como pobres em biodiversidade e jamais t&atilde;o ricas em estoque de carbono quanto uma floresta prim&aacute;ria &ndash; a tal &ldquo;mata virgem&rdquo;&ndash;, as capoei [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/e8511c5d-3626-47ea-9e73-2b897d6e582c_orig.jpeg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:center;"><em>Floresta regenerada no Paran&aacute;. Foto: Robin L. Chazdon</em></div>  <div class="paragraph">As florestas secund&aacute;rias, que rebrotam ap&oacute;s o desmatamento de uma &aacute;rea, s&atilde;o conhecidas pelo nome algo pejorativo de capoeiras. A palavra vem do tupi e significa, literalmente, &ldquo;mato que n&atilde;o &eacute; mais&rdquo;. Vistas como pobres em biodiversidade e jamais t&atilde;o ricas em estoque de carbono quanto uma floresta prim&aacute;ria &ndash; a tal &ldquo;mata virgem&rdquo;&ndash;, as capoeiras s&atilde;o frequentemente desprezadas e outra vez desmatadas. Um estudo lan&ccedil;ado hoje, por&eacute;m, deve ajudar a reduzir esse preconceito.<br /><br />Um cons&oacute;rcio internacional de cientistas, que inclui gente de diversas institui&ccedil;&otilde;es de pesquisa do Brasil, acaba de publicar no peri&oacute;dico Nature a maior an&aacute;lise j&aacute; feita sobre o padr&atilde;o de crescimento das florestas secund&aacute;rias na chamada regi&atilde;o neotropical, que vai do M&eacute;xico ao Estado de S&atilde;o Paulo. Eles conclu&iacute;ram que as capoeiras demoram, em m&eacute;dia, apenas 66 anos para repor 90% da biomassa (portanto, do estoque de carbono) que possu&iacute;am antes do desmatamento. E mais: uma floresta em regenera&ccedil;&atilde;o sequestra 11 vezes mais carbono do que uma mata virgem na Amaz&ocirc;nia.<br /><br />&ldquo;Esta &eacute; a primeira estimativa da resili&ecirc;ncia das florestas secund&aacute;rias. Sempre houve muita d&uacute;vida sobre a taxa de crescimento e a resili&ecirc;ncia dessas florestas&rdquo;, disse ao OC o engenheiro florestal Daniel Piotto, professor da Universidade Federal do Sul da Bahia. Ele &eacute; coautor do trabalho, coordenado pelo holand&ecirc;s Lourens Poorter, da Universidade de Wageningen.<br /><br />A import&acirc;ncia das capoeiras da Am&eacute;rica Latina para o ciclo do carbono e, portanto, para o clima, &eacute; evidente. Somente na Amaz&ocirc;nia, 22% de toda a &aacute;rea desmatada &eacute; ocupada por matas em regenera&ccedil;&atilde;o, segundo dados do <a href="http://www.inpe.br/cra/projetos_pesquisas/sumario_terraclass_2010.pdf" target="_blank">Terraclass</a>, do Inpe. Esse n&uacute;mero &eacute; provavelmente ainda maior na Mata Atl&acirc;ntica, que tem menos de 10% de sua cobertura florestal original.<br />No entanto, essa import&acirc;ncia nunca havia sido traduzida em n&uacute;meros antes. Estudos pontuais mostravam ora que as florestas poderiam entrar em colapso a partir de um certo grau de desmatamento, ora que o crescimento de uma floresta secund&aacute;ria era lento demais para fazer alguma diferen&ccedil;a no clima no curto prazo.<br /><br />&ldquo;Meus estudos na Zona Bragantina, no leste do Par&aacute;, mostravam um tempo de recupera&ccedil;&atilde;o de 150 anos. Estudos feitos na Venezuela chegavam a 250 anos. A meta-an&aacute;lise [o novo estudo] aponta 66 anos&rdquo;, diz Ima Vieira, pesquisadora do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi e uma das maiores especialistas em florestas secund&aacute;rias do pa&iacute;s. Ela tamb&eacute;m &eacute; coautora do trabalho, realizado pelo cons&oacute;rcio autointitulado Amantes da Floresta Secund&aacute;ria &ndash; ou &ldquo;2ndFOR&rdquo; (&ldquo;SecondFor&rdquo;, em ingl&ecirc;s), para os menos &iacute;ntimos.<br /><br />Os dados anteriores n&atilde;o est&atilde;o necessariamente errados. O que acontece &eacute; que h&aacute; uma varia&ccedil;&atilde;o gigantesca de tempo de regenera&ccedil;&atilde;o dentro da zona neotropical, com capoeiras crescendo mais r&aacute;pido em regi&otilde;es onde chove mais e onde h&aacute; mais florestas intactas em volta.<br />&#8203;<br />&ldquo;De posse dessa taxa de crescimento, ser&aacute; poss&iacute;vel fazer previs&otilde;es sobre o potencial de mitiga&ccedil;&atilde;o [de emiss&otilde;es de gases de efeito estufa] das florestas secund&aacute;rias&rdquo;, afirma Piotto. O 2ndFOR j&aacute; est&aacute; fazendo essas contas.<br /><br />MAPA<br />O cons&oacute;rcio integrou tanto dados coletados pelos pesquisadores em campo quanto resultados de an&aacute;lises anteriores, e produziu um mapa mostrando em que regi&otilde;es as capoeiras absorvem mais carbono e onde absorvem menos. O mapa poder&aacute; ser usado pelos formuladores de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para priorizar a conserva&ccedil;&atilde;o em florestas de baixa resili&ecirc;ncia e incentivar a regenera&ccedil;&atilde;o em regi&otilde;es de crescimento r&aacute;pido da capoeira.<br /><span></span></div>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/95c3ffae-7610-4a38-8e30-4e8a8d5aa5e8_orig.jpeg" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:0; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="display:block;"></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <div class="paragraph" style="text-align:center;"><em><span>Imagem mostra velocidade de regenera&ccedil;&atilde;o, medida em biomassa acumulada em 20 anos. <br />&#8203;Quanto maior o c&iacute;rculo preto, maior a taxa de crescimento da floresta</span></em></div>  <div class="paragraph">A princ&iacute;pio a not&iacute;cia &eacute; ruim para a Mata Atl&acirc;ntica, j&aacute; que sua reposi&ccedil;&atilde;o de biomassa &eacute; at&eacute; 70% mais lenta que na Amaz&ocirc;nia &ndash; e &eacute; justamente ali que h&aacute; mais florestas precisando de regenera&ccedil;&atilde;o. Piotto diz que isso seria olhar apenas metade do quadro. &ldquo;H&aacute; muito mais &aacute;reas dispon&iacute;veis para recuperar na Mata Atl&acirc;ntica do que na Amaz&ocirc;nia&rdquo;, afirma.<br /><br />O estudo dever&aacute; ter tamb&eacute;m implica&ccedil;&otilde;es para o cumprimento da meta do Brasil para o Acordo de Paris. A chamada INDC aposta na recupera&ccedil;&atilde;o de florestas como forma de sequestrar carbono e compensar o que se emite pelo desmatamento legal na Amaz&ocirc;nia. O leste do Par&aacute; &eacute; uma das regi&otilde;es onde mais vale a pena deixar o mato crescer.<br />&#8203;<br />Mas isso s&oacute; se deixarem mesmo o mato crescer. &ldquo;Se essas florestas v&atilde;o resistir no campo depende de quest&otilde;es pol&iacute;ticas e institucionais que v&atilde;o al&eacute;m da nossa pesquisa&rdquo;, afirma Ima Vieira. &ldquo;No que depender dos produtores rurais, n&atilde;o v&atilde;o, porque eles as veem como empecilho.&rdquo;<br /><br />O Par&aacute; &eacute; o &uacute;nico Estado da Amaz&ocirc;nia que tem uma lei que protege as capoeiras, definindo est&aacute;gios de sucess&atilde;o (crescimento) e vedando o desmatamento em capoeiras de crescimento avan&ccedil;ado.<br /><br />Mesmo no Par&aacute;, Vieira estima que 50% das capoeiras sejam recentes &ndash; portanto, pass&iacute;veis de desmatamento legal.<br />Segundo a pesquisadora, preservar as florestas secund&aacute;rias &eacute; importante, mas fundamental mesmo &eacute; n&atilde;o desmatar as prim&aacute;rias. &ldquo;A capoeira n&atilde;o vai recuperar a biodiversidade&rdquo;, diz. &ldquo;Elas levam 66 anos em m&eacute;dia para recuperar 90% da biomassa, mas 70 anos para recuperar 35% das esp&eacute;cies de &aacute;rvores nativas.&rdquo;<br /><br />&#8203;Fonte: Observat&oacute;rio do Clima</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Brasil tem maior diversidade de árvores do planeta]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/brasil-tem-maior-diversidade-de-arvores-do-planeta]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/brasil-tem-maior-diversidade-de-arvores-do-planeta#comments]]></comments><pubDate>Thu, 06 Apr 2017 23:40:46 GMT</pubDate><category><![CDATA[&Aacute;rvores brasileiras]]></category><category><![CDATA[Biodiversidade Brasileira]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/brasil-tem-maior-diversidade-de-arvores-do-planeta</guid><description><![CDATA[       O Brasil &eacute; o pa&iacute;s com a maior biodiversidade de &aacute;rvores do mundo, aponta um levantamento in&eacute;dito.H&aacute; 8.715 esp&eacute;cies de &aacute;rvores no territ&oacute;rio brasileiro, 14% das 60.065 que existem no planeta. Em segundo na lista vem a Col&ocirc;mbia, com 5.776 esp&eacute;cies, e a Indon&eacute;sia, com 5.142.Publicado no peri&oacute;dico "Journal of Sustainable Forestry", o estudo foi realizado pela Botanical Gardens Conservation International (BGCI n [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/95464329-tsenden-bhutan-snationaltree-conservedbytheglobaltreescampaign_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">O Brasil &eacute; o pa&iacute;s com a maior biodiversidade de &aacute;rvores do mundo, aponta um levantamento in&eacute;dito.<br />H&aacute; 8.715 esp&eacute;cies de &aacute;rvores no territ&oacute;rio brasileiro, 14% das 60.065 que existem no planeta. Em segundo na lista vem a Col&ocirc;mbia, com 5.776 esp&eacute;cies, e a Indon&eacute;sia, com 5.142.<br />Publicado no peri&oacute;dico "Journal of Sustainable Forestry", o estudo foi realizado pela Botanical Gardens Conservation International (BGCI na sigla em ingl&ecirc;s), uma organiza&ccedil;&atilde;o sem fins lucrativos, com base nos dados de sua rede de 500 jardins bot&acirc;nicos ao redor do mundo.<br />A expectativa &eacute; que a lista, elaborada a partir de 375,5 mil registros e ao longo de dois anos, seja usada para identificar esp&eacute;cies raras e amea&ccedil;adas e prevenir sua extin&ccedil;&atilde;o.<br /><br />AMEA&Ccedil;A<br />A pesquisa mostrou que mais da metade das esp&eacute;cies (58%) s&atilde;o encontradas em apenas um pa&iacute;s, ou seja, h&aacute; pa&iacute;ses que abrigam com exclusividade, certas esp&eacute;cies &ndash;podem ser centenas ou milhares -, o que indica que est&atilde;o vulner&aacute;veis ao desmatamento gerado por atividade humana e pelo impacto de eventos clim&aacute;ticos extremos.<br />Trezentas esp&eacute;cies foram consideradas seriamente amea&ccedil;adas, por terem menos de 50 exemplares na natureza.<br />Tamb&eacute;m foi identificado que, com exce&ccedil;&atilde;o dos polos, onde n&atilde;o h&aacute; &aacute;rvores, a regi&atilde;o pr&oacute;xima do &Aacute;rtico na Am&eacute;rica do Norte tem o menor n&uacute;mero de esp&eacute;cies, com menos de 1,4 mil.<br />O secret&aacute;rio-geral da BGCI, Paul Smit, disse que n&atilde;o era poss&iacute;vel estimar com precis&atilde;o o n&uacute;mero de &aacute;rvores existentes no mundo at&eacute; agora porque os dados acabam de ser digitalizados.<br />"Estamos em uma posi&ccedil;&atilde;o privilegiada, porque temos 500 institui&ccedil;&otilde;es bot&acirc;nicas entre nossos membros, e muitos dos dados n&atilde;o est&atilde;o dispon&iacute;veis ao p&uacute;blico", afirma.<br />"A digitaliza&ccedil;&atilde;o destes dados &eacute; o auge de s&eacute;culos de trabalho."<br />Uma parte importante do estudo foi estabelecer refer&ecirc;ncias e coordenadas geogr&aacute;ficas para as esp&eacute;cies de &aacute;rvores, o que permite a conservacionistas localiz&aacute;-las, explica Smith.<br />"Obter informa&ccedil;&otilde;es sobre a localiza&ccedil;&atilde;o dessas esp&eacute;cies, como os pa&iacute;ses em que elas existem, &eacute; chave para sua conserva&ccedil;&atilde;o", diz o especialista.<br />"Isso &eacute; muito &uacute;til para determinar quais devemos priorizar em nossas a&ccedil;&otilde;es e quais demandam avalia&ccedil;&otilde;es sobre a situa&ccedil;&atilde;o em que se encontram."<br /><br />CONSERVA&Ccedil;&Atilde;O<br />Entre as esp&eacute;cies em extin&ccedil;&atilde;o identificadas pela BGCI est&aacute; a Karoma gigas, nativa em uma regi&atilde;o remota da Tanz&acirc;nia. No fim de 2016, uma equipe de cientistas encontrou apenas um &uacute;nico conjunto formado por seis exemplares.<br />Eles recrutaram habitantes da &aacute;rea para proteger essas &aacute;rvores e monitor&aacute;-las para que sejam alertados caso produzam sementes.<br />Assim, as sementes poder&atilde;o ser&atilde;o levadas para jardins bot&acirc;nicos da Tanz&acirc;nia, o que abre caminho para sejam reintroduzidas na natureza depois.<br />A BGCI diz esperar que o n&uacute;mero de &aacute;rvores da lista cres&ccedil;a, j&aacute; que cerca de 2 mil novas plantas s&atilde;o descritas todos os anos.<br />A GlobalTreeSearch, uma base de dados online criada a partir do levantamento, ser&aacute; atualizada toda vez que uma nova esp&eacute;cie for descoberta.<br />&#8203;<br />&#8203;Fonte: BBC Brasil</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[A Incrível Biodiversidade da Serra da Canastra]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/a-incrivel-biodiversidade-da-serra-da-canastra]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/a-incrivel-biodiversidade-da-serra-da-canastra#comments]]></comments><pubDate>Fri, 17 Mar 2017 01:34:50 GMT</pubDate><category><![CDATA[Serra da Canastra]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/a-incrivel-biodiversidade-da-serra-da-canastra</guid><description><![CDATA[       A Serra da Canastra pertence ao Cerrado brasileiro. Este se encontra no cora&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s em &aacute;rea de aproximadamente dois milh&otilde;es de quil&ocirc;metros quadrados, ou 22% do territ&oacute;rio nacional. De acordo com o livro Um olhar sobre o Cerrado, idealizado por Beatriz Masson, esta imensid&atilde;o de terras corresponde a tr&ecirc;s Fran&ccedil;as ou seis It&aacute;lias ou ainda 40 Holandas. Al&eacute;m das diversidades de flora e fauna, o Cerrado &eacute [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0px;margin-right:10px;text-align:left"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/dsc-1392_1_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">A Serra da Canastra pertence ao Cerrado brasileiro. Este se encontra no cora&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s em &aacute;rea de aproximadamente dois milh&otilde;es de quil&ocirc;metros quadrados, ou 22% do territ&oacute;rio nacional. De acordo com o livro Um olhar sobre o Cerrado, idealizado por Beatriz Masson, esta imensid&atilde;o de terras corresponde a tr&ecirc;s Fran&ccedil;as ou seis It&aacute;lias ou ainda 40 Holandas. Al&eacute;m das diversidades de flora e fauna, o Cerrado &eacute; o ber&ccedil;o das &aacute;guas brasileiras, onde nascem os rios formadores das tr&ecirc;s maiores bacias hidrogr&aacute;ficas da Am&eacute;rica do Sul &ndash; o rio Tocantins e o Araguaia, que correm para a Amaz&ocirc;nia; o rio S&atilde;o Francisco, que vai para o Nordeste e os rios formadores da bacia do Paran&aacute;, que segue a dire&ccedil;&atilde;o sul at&eacute; chegar ao Uruguai.<br /><br />No Cerrado, a flora apresenta uma biodiversidade estimada entre quatro mil a 10 mil esp&eacute;cies de plantas. Em n&uacute;mero de esp&eacute;cies vegetais, s&oacute; perde para as florestas tropicais &uacute;midas, como as da Amaz&ocirc;nia e das matas costeiras. A fauna tamb&eacute;m n&atilde;o deixa a desejar. Somente entre os vertebrados s&atilde;o conhecidos 400 esp&eacute;cies de aves, 70 g&ecirc;neros de mam&iacute;feros e 30 esp&eacute;cies de morcegos, e entre os invertebrados foram identificadas 27 esp&eacute;cies de lib&eacute;lulas, 90 de cupins, 1000 borboletas e 550 abelhas vespas. &Eacute; muito tipo diferente de bichinho!<br />Voltando ao assunto, o Parque Nacional da Serra da Canastra faz parte apenas de um pedacinho do Cerrado brasileiro, possuindo dois maci&ccedil;os importantes: a Serra das Sete Voltas e a Serra da Canastra com atitudes variando entre 900 e 1496 metros. A vegeta&ccedil;&atilde;o t&iacute;pica &eacute; de campos de altitude, com cap&otilde;es de mata nas grotas e vales. Devido a este tipo de vegeta&ccedil;&atilde;o o Parque &eacute; propenso a inc&ecirc;ndios, que na maioria das vezes, s&atilde;o de grande propor&ccedil;&atilde;o, principalmente no per&iacute;odo de julho a outubro.<br /><br />Segundo Paulo Pucci, existe um trabalho por parte do IBAMA com os propriet&aacute;rios de terras que ficam ao redordo Parque de fiscaliza&ccedil;&atilde;o e conscientiza&ccedil;&atilde;o quanto ao perigo de colocar fogo em pastos. Quanto ao Grupo Kurupira, eles ajudam no que diz respeito ao turistas. " A gente conversa, pede para tomar cuidado, p&aacute;ra os ve&iacute;culos na estrada e pede para tomar cuidado com o tocos de cigarro. A vezes quebra uma garrafa ou a joga para fora do carro, isso pode causar, posteriormente, inc&ecirc;ndios. O vidro funciona como uma lente, voc&ecirc; j&aacute; viu que com uma lente de aumento, consegue fazer fogo", explica.<br /><br />Um dado curioso a respeito do Cerrado encontrado no livro de Beatriz Masson &eacute; que as queimadas, comuns nos per&iacute;odos de seca, tamb&eacute;m trazem a vida. Depois de consumidas as folhas ressecadas e de tornadas cinzas as cascas de alguns troncos, mesmo em plena seca, muitas esp&eacute;cies brotam acordadas pela combust&atilde;o. A casca corti&ccedil;osa e grossa das &aacute;rvores atua como uma esp&eacute;cie de isolante t&eacute;rmico, protegendo a integridade do tronco, que volta a brotar pouco depois de atingido pelo fogo. Muitas esp&eacute;cies, como a jacaranda an&atilde;, possuem sementes protegidas por r&iacute;gidas estruturas, que se abrem somente depois da agress&atilde;o provocada pela alta temperatura.<br /><br />Por&eacute;m, isto n&atilde;o quer dizer que se deve colocar fogo em tudo quanto &eacute; &aacute;rvore ou planta do Cerrado. Atualmente, as queimadas s&oacute; podem ser feitas mediante autoriza&ccedil;&atilde;o oficial, em &aacute;reas delimitadas, para fins agropecu&aacute;rios ou cient&iacute;ficos. N&atilde;o pode sair botando fogo em tudo porque pode ocasionar ser&iacute;ssimo danos ecol&oacute;gicos.<br /><br />Animais em extin&ccedil;&atilde;o<br />Assim como a flora, a fauna do Parque da Serra da Canastra tamb&eacute;m tem as suas diversidades de esp&eacute;cies. Os animais s&atilde;o uma das maiores atra&ccedil;&otilde;es da Serra. A fauna t&iacute;pica da regi&atilde;o re&uacute;ne v&aacute;rias esp&eacute;cies amea&ccedil;adas de extin&ccedil;&atilde;o como o tamandu&aacute;-bandeira, o lobo-guar&aacute; e o veado-campeiro, que podem ser vistos com relativa facilidade. Por&eacute;m, se o homem n&atilde;o tomar consci&ecirc;ncia, estes animais s&oacute; ser&atilde;o vistos em retratos.<br /><br />O lobo-guar&aacute;, por exemplo, h&aacute; alguns anos atr&aacute;s, podia ser encontrado em grande parte do territ&oacute;rio brasileiro. Atualmente, habita os cerrados abertos da regi&atilde;o Centro Oeste, al&eacute;m de &aacute;reas restritas das regi&otilde;es Sul e Sudestes. Este animal faz parte das esp&eacute;cies da fauna brasileira amea&ccedil;ada de extin&ccedil;&atilde;o, restam poucos milhares da esp&eacute;cie.<br /><br />Paulo Pucci conta que, h&aacute; algum tempo atr&aacute;s, ele n&atilde;o disse quando, dois lobos-guar&aacute;s foram capturados em Uberaba. Depois de passarem por uma quarentena, com a autoriza&ccedil;&atilde;o do IBAMA, eles foram soltos na Serra. " Esses dois lobos que n&oacute;s encontramos foram soltos com coleiras de identifica&ccedil;&atilde;o, elas s&atilde;o pr&oacute;prias para n&atilde;o machucar o animal".<br />Assim como o lobo-guar&aacute;, outro animal que est&aacute; em risco de extin&ccedil;&atilde;o devido &agrave; destrui&ccedil;&atilde;o de seu habitat &eacute; o tamandu&aacute;-bandeira. O crescimento populacional, bem como a extens&atilde;o da pecu&aacute;ria e a ca&ccedil;a ilegal est&atilde;o contribuindo para a redu&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;o natural e exterm&iacute;nio da esp&eacute;cie. As queimadas criminosas tamb&eacute;m s&atilde;o fatais, pois seu p&ecirc;lo e altamente inflam&aacute;vel.<br /><br />A preserva&ccedil;&atilde;o de seu habitat natural &eacute; fundamental para a sua sobreviv&ecirc;ncia. Dificilmente atinge alta longevidade em cativeiro, j&aacute; que n&atilde;o h&aacute; insetos suficientes para satisfaz&ecirc;-lo. Na natureza pode viver mais de 25 anos, enquanto nos zool&oacute;gicos ou cativeiros morrem antes de se acasalarem.<br />No entanto, mesmo amea&ccedil;ados eles podem ser encontrados no Parque com facilidade. N&atilde;o s&oacute; eles, como tamb&eacute;m, cachorro-do-mato, siriema, ema, gavi&atilde;o carcar&aacute;, quatis, tucanos&hellip; A regra n&uacute;mero um para ver os bichos e ser atento e silencioso, ou seja, quem estiver a p&eacute;, a cavalo ou de bicicleta ter&aacute; mais chances do que quem estiver de carro. A maioria dos animais foge quando percebe a presen&ccedil;a de movimentos estranhos. Alguns s&atilde;o d&oacute;ceis e curiosos, permitindo uma aproxima&ccedil;&atilde;o. Nesse caso, o turista deve ficar calmo, n&atilde;o fazer barulho nem movimentos bruscos e n&atilde;o perseguir os animais. A recompensa pode ser uma bela foto.&nbsp;<br /><br />&#8203;Fonte: Revela&ccedil;&atilde;o On Line</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Água, o líquido cada vez mais precioso]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/agua-o-liquido-cada-vez-mais-precioso]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/agua-o-liquido-cada-vez-mais-precioso#comments]]></comments><pubDate>Tue, 07 Mar 2017 03:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Mata Ciliar]]></category><category><![CDATA[Reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/agua-o-liquido-cada-vez-mais-precioso</guid><description><![CDATA[       Uma cobertura florestal que n&atilde;o tenha sofrido nenhum tipo de altera&ccedil;&atilde;o, principalmente causada pelo homem, a taxa de infiltra&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua no solo &eacute; tida como m&aacute;xima.No interior de uma floresta qualquer, a camada de mat&eacute;ria org&acirc;nica que se encontra depositada sobre o solo, tamb&eacute;m chamada de serrapilheira, desempenha papel fundamental na manuten&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es ideais para que ocorra o pr [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/120709-papel-de-parede-lago-na-floresta-120709-1920x1080_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;">Uma cobertura florestal que n&atilde;o tenha sofrido nenhum tipo de altera&ccedil;&atilde;o, principalmente causada pelo homem, a taxa de infiltra&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua no solo &eacute; tida como m&aacute;xima.<br /><br />No interior de uma floresta qualquer, a camada de mat&eacute;ria org&acirc;nica que se encontra depositada sobre o solo, tamb&eacute;m chamada de serrapilheira, desempenha papel fundamental na manuten&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es ideais para que ocorra o processo de infiltra&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua.<br />Alguns estudos t&ecirc;m demonstrado que a intensidade da chuva sob florestas de folhosas mistas &eacute; muito semelhante &agrave; intensidade da chuva observada em campo aberto. Tais informa&ccedil;&otilde;es v&ecirc;m refor&ccedil;ar ainda mais que o efeito de prote&ccedil;&atilde;o do solo contra o impacto das gotas de chuva &eacute; fornecido mais pela serrapilheira e vegeta&ccedil;&atilde;o de sub-bosque do que pelas copas das &aacute;rvores.&nbsp;<br />Em &aacute;reas compactadas, quer seja pelo preparo excessivo do solo, uso de m&aacute;quinas pesadas, p&eacute; de arado ou micro-pulveriza&ccedil;&atilde;o das part&iacute;culas do solo, e mesmo pelo pisoteio de animais, a infiltra&ccedil;&atilde;o &eacute; bem menor que em &aacute;reas florestais adjacentes.<br /><br />A infiltra&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua no solo &eacute; bem maior em povoamentos florestais mais densos do que naqueles de menor densidade e ainda maior em povoamento mais velho.<br /><br />M&aacute;quinas pesadas como tratores funcionam como agentes causadores da compacta&ccedil;&atilde;o do solo. Dependendo da forma do sistema radicular das &aacute;rvores, poderemos ter uma menor ou maior aera&ccedil;&atilde;o e principalmente infiltra&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua at&eacute; as camadas mais profundas do solo. Quanto a forma das ra&iacute;zes de &aacute;rvores, estas podem ser classificadas em raiz em forma de estaca, forma de prato e forma de cora&ccedil;&atilde;o.<br />O corte raso e a colheita de forma desordenada das &aacute;rvores de uma determinada floresta, o arraste de madeira e o excesso de trafegabilidade de m&aacute;quinas de grande porte, representam a principal causa das modifica&ccedil;&otilde;es da capacidade de infiltra&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua no solo.<br /><br />A absor&ccedil;&atilde;o e a transpira&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua variam com a profundidade e densidade das ra&iacute;zes, com a energia de evapora&ccedil;&atilde;o que est&aacute; atuando nas superf&iacute;cies das folhas e com as caracter&iacute;sticas da esp&eacute;cie. A floresta &eacute; um excelente elemento de controle de inunda&ccedil;&otilde;es pela sua a&ccedil;&atilde;o na intercepta&ccedil;&atilde;o das chuvas, pelo aumento da porosidade no solo, especialmente na camada superior e a conseq&uuml;ente reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua, pela perda na transpira&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m pelo retardamento do degelo nas regi&otilde;es frias.<br /><br />Da &aacute;gua que cai no solo da floresta, uma parte fica armazenada no perfil e posteriormente ser&aacute; consumida pelas plantas. A disponibilidade de &aacute;guas para as plantas depende principalmente da textura e profundidade do solo. A profundidade pode variar de alguns cent&iacute;metros a v&aacute;rios metros, nos solos bem drenados.<br /><br />A &aacute;gua que penetra no solo vai abastecendo a planta e o restante chega at&eacute; o subsolo formando o len&ccedil;ol fre&aacute;tico que abastece os mananciais e mantendo o n&iacute;vel dos rios.<br /><br />A &aacute;gua que &eacute; absorvida pelas ra&iacute;zes passa pela planta e posteriormente &eacute; transpirada atrav&eacute;s das folhas. A queda das folhas, ramos e casca das &aacute;rvores forma a serrapilheira. A &aacute;gua retida na floresta &eacute; liberada lentamente, mantendo um equil&iacute;brio no abastecimento de &aacute;gua para os rios e riachos. Esta fun&ccedil;&atilde;o que a floresta possui de equilibrar o abastecimento de &aacute;gua oferece grandes benef&iacute;cios para a agricultura, para a ind&uacute;stria e tamb&eacute;m para o abastecimento residencial nos grandes centros urbanos por manter o n&iacute;vel das represas de abastecimento.<br /><br />No documento abaixo, uma tese de mestrado de 1998 pela Unesp, demonstra claramente a abordagem deste texto.</div>  <h2 class="wsite-content-title" style="text-align:left;">Arquivo</h2>  <div><div style="margin: 10px 0 0 -10px"> <a href="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/reten&ccedil;&atilde;o_de_&aacute;gua_de_chuva_por_mata_ciliar_na_regi&atilde;o_central_do_estado_de_s&atilde;o_paulo.pdf"><img src="//www.weebly.com/weebly/images/file_icons/pdf.png" width="36" height="36" style="float: left; position: relative; left: 0px; top: 0px; margin: 0 15px 15px 0; border: 0;" /></a><div style="float: left; text-align: left; position: relative;"><table style="font-size: 12px; font-family: tahoma; line-height: .9;"><tr><td colspan="2"><b> reten&ccedil;&atilde;o_de_&aacute;gua_de_chuva_por_mata_ciliar_na_regi&atilde;o_central_do_estado_de_s&atilde;o_paulo.pdf</b></td></tr><tr style="display: none;"><td>File Size:  </td><td>1728 kb</td></tr><tr style="display: none;"><td>File Type:  </td><td> pdf</td></tr></table><a href="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/reten&ccedil;&atilde;o_de_&aacute;gua_de_chuva_por_mata_ciliar_na_regi&atilde;o_central_do_estado_de_s&atilde;o_paulo.pdf" style="font-weight: bold;">Baixar o arquivo</a></div> </div>  <hr style="clear: both; width: 100%; visibility: hidden"></hr></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Morar perto de árvores reduz casos de depressão, segundo pesquisadores]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/morar-perto-de-arvores-reduz-casos-de-depressao-segundo-pesquisadores]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/morar-perto-de-arvores-reduz-casos-de-depressao-segundo-pesquisadores#comments]]></comments><pubDate>Thu, 10 Nov 2016 01:58:43 GMT</pubDate><category><![CDATA[&Aacute;rvores urbanas]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/morar-perto-de-arvores-reduz-casos-de-depressao-segundo-pesquisadores</guid><description><![CDATA[       De acordo com estudo &ldquo;Paisagem e Urbanismo&rdquo;, publicado na revista cient&iacute;fica Science Direct, quanto mais &aacute;rvores, menos quadros de depress&atilde;o s&atilde;o identificados. Os dados analisados pelos pesquisadores do Instituto de Medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, foram coletados em Londres, no per&iacute;odo de 2009 a 2010. Entre as informa&ccedil;&otilde;es consideradas est&atilde;o a quantidade de &aacute;rvores nas proximidades das casas dos  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/5619279_orig.png" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:justify;">De acordo com estudo &ldquo;Paisagem e Urbanismo&rdquo;, publicado na revista cient&iacute;fica Science Direct, quanto mais &aacute;rvores, menos quadros de depress&atilde;o s&atilde;o identificados. Os dados analisados pelos pesquisadores do Instituto de Medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, foram coletados em Londres, no per&iacute;odo de 2009 a 2010.<br /><span></span><br /><span></span> Entre as informa&ccedil;&otilde;es consideradas est&atilde;o a quantidade de &aacute;rvores nas proximidades das casas dos pacientes e as informa&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas acerca da sa&uacute;de mental de cada um. Al&eacute;m disso, vari&aacute;veis como as condi&ccedil;&otilde;es sociais, tabagismo e idade tamb&eacute;m entraram no levantamento.<br /><span></span><br /><span></span> A pesquisa levou em conta apenas as informa&ccedil;&otilde;es sobre a quantidade de &aacute;rvores na rua, na proximidade das resid&ecirc;ncias, sendo que os parques e outros espa&ccedil;os p&uacute;blicos de lazer n&atilde;o foram validados. Dessa forma, a proposta era avaliar o impacto que a natureza em meio urbano pode ter sobre as pessoas.<br /><span></span><br /><span></span> Um dado identificado foi que em locais com maior densidade de &aacute;rvores, as taxas de prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica para rem&eacute;dios antidepressivos foi menor. Assim, 40 &aacute;rvores por quil&ocirc;metro quadrado possui uma prescri&ccedil;&atilde;o de antidepressivos que varia de 358 a 578 a cada mil pessoas.<br /><span></span><br /><span></span> Avaliando os resultados da pesquisa, os pesquisadores consideram que a sa&uacute;de e bem-estar s&atilde;o estimulados por locais com paisagem mais verde, que favorecem a pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas e a intera&ccedil;&atilde;o com a comunidade.<br /><span></span><br /><span></span> Fonte: Pensamento Verde<br /><span></span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Cartilha do Código Florestal Brasileiro]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/cartilha-do-codigo-florestal-brasileiro]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/cartilha-do-codigo-florestal-brasileiro#comments]]></comments><pubDate>Sat, 08 Oct 2016 03:00:00 GMT</pubDate><category><![CDATA[Cartilha do C&oacute;digo Florestal Brasileiro]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/cartilha-do-codigo-florestal-brasileiro</guid><description><![CDATA[       A legisla&ccedil;&atilde;o ambiental brasileira, considerada por muitos como uma das melhores do mundo, na realidade &eacute; bastante complexa. Um pa&iacute;s continental como o nosso n&atilde;o pode ter tratamentos iguais para situa&ccedil;&otilde;es regionais t&atilde;o adversas. &Eacute; fato que uma Rep&uacute;blica Federativa, deve possuir princ&iacute;pios b&aacute;sicos para nortear e estabelecer regras gerais, que jamais poder&atilde;o ser descumpridas por qualquer de seus entes  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/novo-codigo-florestal-e-politica-ambiental-gratuito_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph">A legisla&ccedil;&atilde;o ambiental brasileira, considerada por muitos como uma das melhores do mundo, na realidade &eacute; bastante complexa. Um pa&iacute;s continental como o nosso n&atilde;o pode ter tratamentos iguais para situa&ccedil;&otilde;es regionais t&atilde;o adversas. &Eacute; fato que uma Rep&uacute;blica Federativa, deve possuir princ&iacute;pios b&aacute;sicos para nortear e estabelecer regras gerais, que jamais poder&atilde;o ser descumpridas por qualquer de seus entes federados. No entanto, &eacute; &oacute;bvio tamb&eacute;m que n&atilde;o se pode ter a pretens&atilde;o de se esgotar todas as peculiaridades pontuais em um &uacute;nico instrumento normativo, que atenda dos pampas a amaz&ocirc;nia, levando-se em conta ainda o hist&oacute;rico caracter&iacute;stico da ocupa&ccedil;&atilde;o antr&oacute;pica de cada bioma brasileiro.<br /><br />Ao se iniciar as discuss&otilde;es sobre o novo c&oacute;digo florestal brasileiro, tinhamos a esperan&ccedil;a de que este, finalmente trataria das normas gerais e repassaria aos estados ou pelo menos &agrave;s regi&otilde;es talvez delimitadas pelos grandes biomas, a responsabilidade de ajust&aacute;-las &agrave;s realidades locais. Outra expectativa era de que algumas situa&ccedil;&otilde;es pol&ecirc;micas, como por exemplo as &Aacute;reas de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente, fossem tratadas de forma mais t&eacute;cnica e cient&iacute;fica, do que a simples suposi&ccedil;&atilde;o m&eacute;trica em rela&ccedil;&atilde;o a dist&acirc;ncia entre as margens, adotada desde os primeiros c&oacute;digos, em &eacute;pocas onde os limites tecnol&oacute;gicos talvez n&atilde;o permitissem uma formula&ccedil;&atilde;o mais adequada.<br /><br />Diante disso, mais uma vez, principalmente o produtor rural e os t&eacute;cnicos que trabalham na &aacute;rea, ficam a merc&ecirc; de interpreta&ccedil;&otilde;es pessoais, onde a inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica n&atilde;o lhes permite o conforto necess&aacute;rio para o extrito cumprimento da legisla&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Envolvendo o C&oacute;digo Florestal interesses sociais, econ&ocirc;micos e ecol&oacute;gicos resta imposs&iacute;vel a unanimidade, mas, independente de qualquer bandeira, &eacute; preciso estudar as quest&otilde;es trazidas pela legisla&ccedil;&atilde;o de maneira a permitir sua melhor aplica&ccedil;&atilde;o e aprimoramentos futuros.<br />&#8203;<br />Esta cartilha pretende, de forma did&aacute;tica, apresentar as principais quest&otilde;es trazidas pelo novo C&oacute;digo Florestal Brasileiro. Nosso objetivo &eacute; &ldquo;traduzir&rdquo; a lei para produtores e t&eacute;cnicos, introduzindo tamb&eacute;m as consequentes altera&ccedil;&otilde;es do c&oacute;digo florestal mineiro, atrav&eacute;s da aprova&ccedil;&atilde;o da Lei 20.922/13, aproveitando para tamb&eacute;m tratar de peculiaridades e demais restri&ccedil;&otilde;es da Lei da Mata Atl&acirc;ntica, n&ordm; 11.428, vigente desde 22 de dezembro de 2006, contribuindo n&atilde;o s&oacute; para o debate acad&ecirc;mico, mas para aplica&ccedil;&atilde;o justa e eficaz das normas ambientais, na dif&iacute;cil busca por um desenvolvimento sustent&aacute;vel.</div>  <div class="paragraph"><span style="color:rgb(63, 63, 63)">&#8203;Fonte: CIFlorestas</span></div>  <h2 class="wsite-content-title">&#8203;&Aacute;reas de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente</h2>  <div class="paragraph">S&atilde;o &aacute;reas cobertas ou n&atilde;o por vegeta&ccedil;&atilde;o nativa, localizadas na zona rural ou urbana, com a fun&ccedil;&atilde;o ambiental de preservar os recursos h&iacute;dricos, a paisagem, a estabilidade geol&oacute;gica e a biodiversidade, facilitar o fluxo g&ecirc;nico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das popula&ccedil;&otilde;es humanas.<br /><br /><a target="_blank" href="http://www.ciflorestas.com.br/cartilha">Continuar lendo a cartilha...&nbsp;</a><br /></div>  <div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/img-1_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[O que é uma Área de Preservação Permanente]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/o-que-e-uma-area-de-preservacao-permanente]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/o-que-e-uma-area-de-preservacao-permanente#comments]]></comments><pubDate>Wed, 13 Jul 2016 20:12:06 GMT</pubDate><category><![CDATA[APP]]></category><category><![CDATA[&Aacute;rea de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/o-que-e-uma-area-de-preservacao-permanente</guid><description><![CDATA[       Segundo o atual C&oacute;digo Florestal,&nbsp;Lei n&ordm;12.651/12:&#8203;Art. 3o Para os efeitos desta Lei, entende-se por:(...)II - &Aacute;rea de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente - APP: &aacute;rea protegida, coberta ou n&atilde;o por vegeta&ccedil;&atilde;o nativa, com a fun&ccedil;&atilde;o ambiental de preservar os recursos h&iacute;dricos, a paisagem, a estabilidade geol&oacute;gica e a biodiversidade, facilitar o fluxo g&ecirc;nico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/reserva-votorantim-fotosalta-qualidade-126_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;">Segundo o atual C&oacute;digo Florestal,&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12651compilado.htm">Lei n&ordm;12.651/12</a>:<br />&#8203;<br />Art. 3o Para os efeitos desta Lei, entende-se por:<br />(...)<br />II - &Aacute;rea de Preserva&ccedil;&atilde;o Permanente - APP: &aacute;rea protegida, coberta ou n&atilde;o por vegeta&ccedil;&atilde;o nativa, com a fun&ccedil;&atilde;o ambiental de preservar os recursos h&iacute;dricos, a paisagem, a estabilidade geol&oacute;gica e a biodiversidade, facilitar o fluxo g&ecirc;nico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das popula&ccedil;&otilde;es humanas;<br />&Aacute;reas de preserva&ccedil;&atilde;o permanente (APP), assim como as&nbsp;<a href="http://www.oeco.org.br/dicionario-ambiental/27099-o-que-sao-unidades-de-conservacao">Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o</a>, visam atender ao direito fundamental de todo brasileiro a um "meio ambiente ecologicamente equilibrado", conforme assegurado no&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm">art. 225 da Constitui&ccedil;&atilde;o</a>. No entanto, seus enfoques s&atilde;o diversos: enquanto as UCs estabelecem o uso sustent&aacute;vel ou indireto de &aacute;reas preservadas, as APPs s&atilde;o &aacute;reas naturais intoc&aacute;veis, com r&iacute;gidos limites de explora&ccedil;&atilde;o, ou seja, n&atilde;o &eacute; permitida a explora&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica direta.<br /><br />&#8203;<span style="color:rgb(76, 76, 76)">As atividades humanas, o crescimento demogr&aacute;fico e o crescimento econ&ocirc;mico causam press&otilde;es ao meio ambiente, degradando-o. Desta forma, visando salvaguardar o meio ambiente e os recursos naturais existentes nas propriedades, o legislador instituiu no ordenamento jur&iacute;dico, entre outros, uma &aacute;rea especialmente protegida, onde &eacute; proibido construir, plantar ou explorar atividade econ&ocirc;mica, ainda que seja para assentar fam&iacute;lias assistidas por programas de coloniza&ccedil;&atilde;o e reforma agr&aacute;ria.<br /><br />&#8203;</span><span style="color:rgb(76, 76, 76)">Somente &oacute;rg&atilde;os ambientais podem abrir exce&ccedil;&atilde;o &agrave; restri&ccedil;&atilde;o e autorizar o uso e at&eacute; o desmatamento de &aacute;rea de preserva&ccedil;&atilde;o permanente rural ou urbana mas, para faz&ecirc;-lo, devem comprovar as hip&oacute;teses de utilidade p&uacute;blica, interesse social do empreendimento ou baixo impacto ambiental (art. 8&ordm; da Lei 12.651/12).</span><br /><br />As APPs se destinam a proteger solos e, principalmente, as&nbsp;<a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Matas_ciliares">matas ciliares</a>. Este tipo de vegeta&ccedil;&atilde;o cumpre a fun&ccedil;&atilde;o de proteger os rios e reservat&oacute;rios de assoreamentos, evitar transforma&ccedil;&otilde;es negativas nos leitos, garantir o abastecimento dos len&ccedil;&oacute;is fre&aacute;ticos e a preserva&ccedil;&atilde;o da vida aqu&aacute;tica.<br /><br /><br />&#8203;<a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/">O C&oacute;digo Florestal atual, no seu art. 4&ordm;, estabelece como &aacute;reas de preserva&ccedil;&atilde;o permanente:</a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>I - as faixas marginais de qualquer curso d'&aacute;gua natural perene e intermitente, exclu&iacute;dos os ef&ecirc;meros, desde a borda da calha do leito regular, em largura m&iacute;nima de:</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>a) 30 (trinta) metros, para os cursos d'&aacute;gua de menos de 10 (dez) metros de largura;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>b) 50 (cinquenta) metros, para os cursos d'&aacute;gua que tenham de 10 (dez) a 50 (cinquenta) metros de largura;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>c) 100 (cem) metros, para os cursos d'&aacute;gua que tenham de 50 (cinquenta) a 200 (duzentos) metros de largura;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>d) 200 (duzentos) metros, para os cursos d'&aacute;gua que tenham de 200 (duzentos) a 600 (seiscentos) metros de largura;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>e) 500 (quinhentos) metros, para os cursos d'&aacute;gua que tenham largura superior a 600 (seiscentos) metros;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>II - as &aacute;reas no entorno dos lagos e lagoas naturais, em faixa com largura m&iacute;nima de:</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>a) 100 (cem) metros, em zonas rurais, exceto para o corpo d'&aacute;gua com at&eacute; 20 (vinte) hectares de superf&iacute;cie, cuja faixa marginal ser&aacute; de 50 (cinquenta) metros;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>b) 30 (trinta) metros, em zonas urbanas;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>III - as &aacute;reas no entorno dos reservat&oacute;rios d'&aacute;gua artificiais, decorrentes de barramento ou represamento de cursos d'&aacute;gua naturais, na faixa definida na licen&ccedil;a ambiental do empreendimento;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>IV - as &aacute;reas no entorno das nascentes e dos olhos d'&aacute;gua perenes, qualquer que seja sua situa&ccedil;&atilde;o topogr&aacute;fica, no raio m&iacute;nimo de 50 (cinquenta) metros;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>V - as encostas ou partes destas com declividade superior a 45&deg;, equivalente a 100% (cem por cento) na linha de maior declive;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>VI - as restingas, como fixadoras de dunas ou estabilizadoras de mangues;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>VII - os manguezais, em toda a sua extens&atilde;o;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>VIII - as bordas dos tabuleiros ou chapadas, at&eacute; a linha de ruptura do relevo, em faixa nunca inferior a 100 (cem) metros em proje&ccedil;&otilde;es horizontais;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>IX - no topo de morros, montes, montanhas e serras, com altura m&iacute;nima de 100 (cem) metros e inclina&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia maior que 25&deg;, as &aacute;reas delimitadas a partir da curva de n&iacute;vel correspondente a 2/3 (dois ter&ccedil;os) da altura m&iacute;nima da eleva&ccedil;&atilde;o sempre em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; base, sendo esta definida pelo plano horizontal determinado por plan&iacute;cie ou espelho d'&aacute;gua adjacente ou, nos relevos ondulados, pela cota do ponto de sela mais pr&oacute;ximo da eleva&ccedil;&atilde;o;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>X - as &aacute;reas em altitude superior a 1.800 (mil e oitocentos) metros, qualquer que seja a vegeta&ccedil;&atilde;o;</em></a><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/"><em>XI - em veredas, a faixa marginal, em proje&ccedil;&atilde;o horizontal, com largura m&iacute;nima de 50 (cinquenta) metros, a partir do espa&ccedil;o permanentemente brejoso e encharcado.</em></a><br /><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/">Como visto acima, os limites das APPs &agrave;s margens dos cursos d'&aacute;gua variam entre 30 metros e 500 metros, dependendo da largura de cada um. Entre as mudan&ccedil;as introduzidas pelo C&oacute;digo atual esta &eacute; das mais controversas: embora mantenha as mesmas dist&acirc;ncias do C&oacute;digo revogado, ele inicia a medida a partir da calha regular (isto &eacute;, o canal por onde correm regularmente as &aacute;guas do curso d'&aacute;gua durante o ano) dos rios e n&atilde;o mais a partir do leito maior (a largura do rio ao considerar o seu n&iacute;vel mais alto, isto &eacute;, o n&iacute;vel alcan&ccedil;ado por ocasi&atilde;o da cheia sazonal). Isto significou uma a efetiva redu&ccedil;&atilde;o dos limites das APPs &agrave;s margens de cursos d'&aacute;gua, uma vez que a nova medida ignora as &eacute;pocas de cheias dos rios. Dado que o regime fluvial varia ao longo do ano, a calha ser&aacute; menor nos meses secos que nos meses chuvosos.</a><br /><br /><a target="_blank" href="http://www.wikiparques.com/">Al&eacute;m das &aacute;reas descritas acima, ainda podem ser consideradas nesta categoria, quando assim declaradas de interesse social por ato do Chefe do Poder Executivo, as &aacute;reas cobertas com florestas ou outras formas de vegeta&ccedil;&atilde;o destinadas &agrave; conten&ccedil;&atilde;o da eros&atilde;o do solo e mitiga&ccedil;&atilde;o dos riscos de enchentes e deslizamentos de terra e de rocha; &agrave; prote&ccedil;&atilde;o as restingas ou veredas; &agrave; prote&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rzeas; ao abrigo de exemplares da fauna ou da flora amea&ccedil;ados de extin&ccedil;&atilde;o; prote&ccedil;&atilde;o de s&iacute;tios de excepcional beleza ou de valor cient&iacute;fico, cultural ou hist&oacute;rico; formar faixas de prote&ccedil;&atilde;o ao longo de rodovias e ferrovias; assegurar condi&ccedil;&otilde;es de bem-estar p&uacute;blico; auxiliar a defesa do territ&oacute;rio nacional, a crit&eacute;rio das autoridades militares; proteger &aacute;reas &uacute;midas, especialmente as de import&acirc;ncia internacional (art 6&ordm;).</a><br /><br />Fonte: O Eco</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Pimenta Rosa]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/pimenta-rosa]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/pimenta-rosa#comments]]></comments><pubDate>Wed, 06 Jul 2016 01:15:23 GMT</pubDate><category><![CDATA[Aroeira Pimenteira]]></category><category><![CDATA[Pimenta Rosa]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/pimenta-rosa</guid><description><![CDATA[       Voc&ecirc; sabia que&nbsp;pimenta rosa&nbsp;&eacute;, na verdade, uma fruta&nbsp;encontrada na&nbsp;&aacute;rvore aroeira? Ela apresenta um sabor&nbsp;levemente adocicado&nbsp;e uma ard&ecirc;ncia quase impercept&iacute;vel.&nbsp;Com base em estudos feitos pela Universidade de S&atilde;o Paulo (USP), a&nbsp;pimenta rosa&nbsp;e a pimenta do reino apresentam caracter&iacute;sticas muito espec&iacute;ficas que&nbsp;atuam na preven&ccedil;&atilde;o do&nbsp;Mal de Alzheimer.Segundo a cientista [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/pimenta-rosa_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;">Voc&ecirc; sabia que&nbsp;<strong>pimenta rosa</strong>&nbsp;&eacute;, na verdade, uma fruta<strong>&nbsp;</strong>encontrada na&nbsp;<a target="_blank" href="http://doutissima.com.br/2014/12/21/conheca-os-beneficios-medicinais-da-aroeira-pimenteira-14670741/"><strong>&aacute;rvore aroeira</strong></a>? Ela apresenta um sabor<strong>&nbsp;levemente adocicado</strong>&nbsp;e uma ard&ecirc;ncia quase impercept&iacute;vel.&nbsp;Com base em estudos feitos pela Universidade de S&atilde;o Paulo (USP), a<strong>&nbsp;pimenta rosa&nbsp;</strong>e a pimenta do reino apresentam caracter&iacute;sticas muito espec&iacute;ficas que&nbsp;<strong>atuam na preven&ccedil;&atilde;o do&nbsp;</strong><a target="_blank" href="http://doutissima.com.br/2015/03/25/o-que-e-alzheimer-e-como-doenca-se-manifesta-14695044/"><strong>Mal de Alzheimer</strong></a>.<br />Segundo a cientista que desenvolveu a pesquisa, F&uacute;via de Oliveira Biazotto, o&nbsp;<strong>baixo custo&nbsp;</strong>da inclus&atilde;o desses alimentos na dieta e a sua composi&ccedil;&atilde;o faz com que essas especiarias sejam observadas com maior aten&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><strong>Conhe&ccedil;a mais benef&iacute;cios da pimenta rosa</strong>Os benef&iacute;cios da&nbsp;<strong>pimenta rosa</strong>&nbsp;v&atilde;o muito al&eacute;m da preven&ccedil;&atilde;o do Mal de Alzheimer. Confira a seguir.<br /><br /><strong>1. Perder peso</strong><br />Isso mesmo! A pimenta rosa auxilia na perda de peso, mas isso s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel se for consumida 1 colher (sopa) dessa especiaria uma vez por dia. Essa redu&ccedil;&atilde;o de peso ocorre porque a pimenta proporciona a&nbsp;<strong>sensa&ccedil;&atilde;o de saciedade</strong>.<br /><br /><strong>2. Poder antioxidante</strong><br /><a target="_blank" href="http://doutissima.com.br/2015/03/11/alimentos-antioxidantes-saiba-quais-sao-e-conheca-beneficios-14693874/"><strong>Alimentos antioxidantes</strong></a>&nbsp;s&atilde;o conhecidos por atuarem contra o<strong>&nbsp;envelhecimento precoce</strong>&nbsp;e tamb&eacute;m na preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as como c&acirc;ncer e diabetes. &Eacute;&nbsp;justamente essa caracter&iacute;stica, aliada a outras bem espec&iacute;ficas da pimenta, que a fazem objeto de estudo na preven&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a de Alzheimer.<br /><br /><strong>3. Preven&ccedil;&atilde;o da gripe</strong><br />A pimenta rosa cont&eacute;m uma maior<strong>&nbsp;concentra&ccedil;&atilde;o de vitamina C</strong>&nbsp;que a encontrada na laranja. Al&eacute;m dela, a pimenta tem em sua composi&ccedil;&atilde;o vitamina A, B1, B2 e E.<br /><br /><strong>4. Fonte de minerais e fibras</strong><br />C&aacute;lcio, ferro, caroteno, tiamina, niacina, riboflavina e fibras s&atilde;o alguns dos minerais encontrados na pimenta.&nbsp;<a target="_blank" href="http://doutissima.com.br/2014/04/19/conheca-os-10-alimentos-ricos-em-calcio-para-fortalecer-os-ossos-e-os-dentes-cada-garfada-53258/"><strong>O c&aacute;lcio</strong></a>&nbsp;n&atilde;o &eacute; s&oacute; importante para a&nbsp;<strong>sa&uacute;de dos ossos</strong>, esse mineral &eacute; essencial para a contra&ccedil;&atilde;o muscular, frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca e coagula&ccedil;&atilde;o do sangue.<br /><br /><strong>5. Caracter&iacute;sticas termog&ecirc;nicas</strong><br />Auxilia na elimina&ccedil;&atilde;o da<strong>&nbsp;gordura corporal</strong>, se for consumida durante as refei&ccedil;&otilde;es do dia.<br /><br /><strong>Receita de salm&atilde;o com pimenta rosa</strong><br />Veja como &eacute; f&aacute;cil introduzir a&nbsp;<strong>pimenta rosa</strong>&nbsp;na sua dieta aprendendo a preparar essa receita deliciosa.<br /><br /><em><strong>Ingredientes</strong>:</em><br />&ndash; 4 postas de salm&atilde;o com 150 g cada<br />&ndash; sal e pimenta do reino mo&iacute;da na hora a gosto<br />&ndash; 2 colheres (sopa) de manteiga<br />&ndash; 2 colheres (sopa) de azeite.<br /><br /><em><strong>Ingredientes para o&nbsp;molho</strong>:</em><br />&ndash; 2 tomates sem pele e sem sementes<br />&ndash; 2 x&iacute;caras (ch&aacute;) de creme de leite fresco<br />&ndash; 1 colher (sopa) de pimenta rosa<br />&ndash; sal a gosto.<br /><br /><em><strong>Modo de preparo do</strong></em><em><strong>&nbsp;salm&atilde;o</strong>:</em><br />Tempere o salm&atilde;o com sal, pimenta do reino e reserve. Em uma frigideira, aque&ccedil;a a manteiga e o azeite.&nbsp;<strong>Frite o salm&atilde;o</strong>&nbsp;por aproximadamente 3 minutos. Ap&oacute;s esse processo leve-o ao forno por 4 minutos e desligue. Mantenha o peixe no local aquecido.<br />&#8203;<br /><em><strong>Modo de preparo do molho</strong>:</em><br />Voc&ecirc; pode usar a mesma frigideira que fritou&nbsp;<a target="_blank" href="http://doutissima.com.br/2014/05/13/boi-frango-peixe-saiba-qual-e-melhor-carne-para-voce-e-como-incluir-na-sua-dieta-sem-exageros-54659/"><strong>o peixe</strong></a>. Coloque o tomate e deixe em fogo m&eacute;dio. O tomate tem que<strong>&nbsp;ficar desmanchando</strong>&nbsp;na frigideira. Acrescente creme de leite, sal a gosto. Reduza o fogo por 10 minutos.&nbsp;Depois desse processo &eacute; necess&aacute;rio peneirar o molho,&nbsp;<strong>acrescentar a pimenta rosa</strong>&nbsp;e levar ao fogo por mais 2 minutos. O peixe est&aacute; pronto para ser servido.<br /><br /><strong>Fique atento!</strong><br /><br />Quando a&nbsp;<strong>pimenta rosa&nbsp;</strong>&eacute; consumida em excesso pode afetar o paladar, chegando a destruir a sensibilidade da l&iacute;ngua e as mucosas. Pessoas que sofrem com hipertens&atilde;o e problemas gastrointestinais devem&nbsp;<strong>evitar o consumo</strong>&nbsp;dessa especiaria. &Eacute; que essa fruta tende a agravar esses problemas.<br /><br />Fonte&nbsp;doutissima.com.br</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Você conhece o Cerrado?]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/voce-conhece-o-cerrado]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/voce-conhece-o-cerrado#comments]]></comments><pubDate>Thu, 08 Oct 2015 23:49:37 GMT</pubDate><category><![CDATA[Cerrado]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/voce-conhece-o-cerrado</guid><description><![CDATA[       O Cerrado &eacute; o segundo maior bioma da Am&eacute;rica do Sul, ocupando uma &aacute;rea de 2.036.448 km2, cerca de 22% do territ&oacute;rio nacional. A sua &aacute;rea cont&iacute;nua incide sobre os estados de Goi&aacute;s, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranh&atilde;o, Piau&iacute;, Rond&ocirc;nia, Paran&aacute;, S&atilde;o Paulo e Distrito Federal, al&eacute;m dos encraves no Amap&aacute;, Roraima e Amazonas. Neste espa&ccedil;o territorial encont [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/7690568_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;"><span>O Cerrado &eacute; o segundo maior bioma da Am&eacute;rica do Sul, ocupando uma &aacute;rea de 2.036.448 km2, cerca de 22% do territ&oacute;rio nacional. A sua &aacute;rea cont&iacute;nua incide sobre os estados de Goi&aacute;s, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranh&atilde;o, Piau&iacute;, Rond&ocirc;nia, Paran&aacute;, S&atilde;o Paulo e Distrito Federal, al&eacute;m dos encraves no Amap&aacute;, Roraima e Amazonas. Neste espa&ccedil;o territorial encontram-se as nascentes das tr&ecirc;s maiores bacias hidrogr&aacute;ficas da Am&eacute;rica do Sul (Amaz&ocirc;nica/Tocantins, S&atilde;o Francisco e Prata), o que resulta em um elevado potencial aqu&iacute;fero e favorece a sua biodiversidade.<br /><br />&#8203;</span>V&iacute;deo em anima&ccedil;&atilde;o sobre o Cerrado. Conhe&ccedil;a as riquezas, caracter&iacute;sticas e amea&ccedil;as a esse bioma.</div>  <div class="wsite-youtube" style="margin-bottom:10px;margin-top:10px;"><div class="wsite-youtube-wrapper wsite-youtube-size-auto wsite-youtube-align-center"> <div class="wsite-youtube-container">  <iframe src="//www.youtube.com/embed/orGhCBbK4Iw?wmode=opaque" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> </div> </div></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Unidades de conservação]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/unidades-de-conservacao]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/unidades-de-conservacao#comments]]></comments><pubDate>Sun, 27 Sep 2015 21:53:51 GMT</pubDate><category><![CDATA[&Aacute;rea de Prote&ccedil;&atilde;o Ambiental]]></category><category><![CDATA[&Aacute;rea Relevante de Interesse Ecol&oacute;gico]]></category><category><![CDATA[Esta&ccedil;&atilde;o Ecol&oacute;gica]]></category><category><![CDATA[Floresta Nacional]]></category><category><![CDATA[Monumento Natural]]></category><category><![CDATA[Parque Nacional]]></category><category><![CDATA[Ref&uacute;gio da Vida Silvestre]]></category><category><![CDATA[Reserva Biol&oacute;gica]]></category><category><![CDATA[Reserva de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel]]></category><category><![CDATA[Reserva de Fauna]]></category><category><![CDATA[Reserva Extrativista]]></category><category><![CDATA[Reserva Particular do Patrim&ocirc;nio Natural]]></category><category><![CDATA[Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/unidades-de-conservacao</guid><description><![CDATA[ &#8203;ESTA&Ccedil;&Atilde;O ECOL&Oacute;GICA&Aacute;rea que tem como objetivos a preserva&ccedil;&atilde;o da natureza e a realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisas cient&iacute;ficas. S&oacute; &eacute; permitido o uso indireto dos recursos naturais, ou seja, apenas a utiliza&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o envolva consumo, coleta, dano ou destrui&ccedil;&atilde;o destes recursos. &Eacute; proibida a visita&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, exceto se com objetivo educacional, conforme definir o Pl [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;z-index:10;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a href='https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/3734865_orig.jpg' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/3734865_orig.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="display:block;">&#8203;ESTA&Ccedil;&Atilde;O ECOL&Oacute;GICA<br />&Aacute;rea que tem como objetivos a preserva&ccedil;&atilde;o da natureza e a realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisas cient&iacute;ficas. S&oacute; &eacute; permitido o uso indireto dos recursos naturais, ou seja, apenas a utiliza&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o envolva consumo, coleta, dano ou destrui&ccedil;&atilde;o destes recursos. &Eacute; proibida a visita&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, exceto se com objetivo educacional, conforme definir o Plano de Manejo ou regulamento espec&iacute;fico desta categoria de Unidade de Conserva&ccedil;&atilde;o. A pesquisa depende de autoriza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via do Instituto Chico Mendes e est&aacute; sujeita &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es e restri&ccedil;&otilde;es por ele estabelecidas. A altera&ccedil;&atilde;o desses ecossistemas s&oacute; &eacute; permitida nos casos de medidas que visem restaurar os ecossistemas por ventura modificados; o manejo de esp&eacute;cies com a finalidade de preserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade biol&oacute;gica; a coleta de componentes dos ecossistemas com finalidades cient&iacute;ficas e a realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisas cient&iacute;ficas.<br /></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;z-index:10;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a href='https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/9913023_orig.jpg' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/9913023_orig.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="text-align:justify;display:block;">RESERVA BIOL&Oacute;GICA&nbsp;<br />&#8203;Esta categoria de Unidade de Conserva&ccedil;&atilde;o visa &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o integral da biota e demais atributos naturais, sem interfer&ecirc;ncia humana direta ou modifica&ccedil;&otilde;es ambientais. A exce&ccedil;&atilde;o fica por conta de medidas de recupera&ccedil;&atilde;o de seus ecossistemas alterados e de a&ccedil;&otilde;es de manejo necess&aacute;rias para recuperar e preservar o equil&iacute;brio natural, a diversidade biol&oacute;gica e seus processos ecol&oacute;gicos naturais. A visita&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica &eacute; proibida, com exce&ccedil;&atilde;o da de car&aacute;ter educacional, segundo o definido em Plano de Manejo da unidade. A pesquisa depende de autoriza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via do Instituto Chico Mendes e tamb&eacute;m est&aacute; sujeita &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es e restri&ccedil;&otilde;es por ele estabelecidas.<br /></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;z-index:10;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/9852819_orig.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="text-align:justify;display:block;">PARQUE NACIONAL<br />Os parques nacionais s&atilde;o a mais popular e antiga categoria de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o. Seu objetivo, segundo a legisla&ccedil;&atilde;o brasileira, &eacute; preservar ecossistemas de grande relev&acirc;ncia ecol&oacute;gica e beleza c&ecirc;nica, possibilitando a realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisas cient&iacute;ficas, realiza&ccedil;&atilde;o de atividades educacionais e de interpreta&ccedil;&atilde;o ambiental, recrea&ccedil;&atilde;o e turismo ecol&oacute;gico, por meio do contato com a natureza. O manejo dos parques, feito pelo Instituto Chico Mendes, leva em considera&ccedil;&atilde;o a preserva&ccedil;&atilde;o dos ecossistemas naturais, a pesquisa cient&iacute;fica, a educa&ccedil;&atilde;o, a recrea&ccedil;&atilde;o e o turismo. O regime de visita&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica &eacute; definido no Plano de Manejo da respectiva unidade.<br /></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;z-index:10;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a href='https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/2695638_orig.jpg' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/2695638_orig.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="text-align:justify;display:block;">MONUMENTO NATURAL&nbsp;<br />&#8203;Categoria de Unidade de Conserva&ccedil;&atilde;o que tem como objetivo b&aacute;sico preservar s&iacute;tios naturais raros, singulares e/ou de grande beleza c&ecirc;nica. Pode ser constitu&iacute;do por propriedades particulares, desde que haja compatibilidade entre os objetivos da unidade com a utiliza&ccedil;&atilde;o da terra e dos recursos naturais por parte dos propriet&aacute;rios. Se n&atilde;o houver compatibilidade, a &aacute;rea &eacute; desaproriada. &Eacute; permitida visita&ccedil;&atilde;o aos monumentos naturais, e a pesquisa depende de pr&eacute;via autoriza&ccedil;&atilde;o do Instituto Chico Mendes.<br /><br /></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;z-index:10;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/9358157_orig.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="display:block;">REF&Uacute;GIO DE VIDA SILVESTRE<br />Estes ref&uacute;gios surgem com o objetivo de proteger ambientes naturais onde se asseguram condi&ccedil;&otilde;es para a exist&ecirc;ncia ou reprodu&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies ou comunidades da flora local e da fauna residente ou migrat&oacute;ria. Eles podem ser constitu&iacute;dos, assim como os monumentos naturais, por &aacute;reas particulares, seguindo as mesmas exig&ecirc;ncias legais.<br /></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;z-index:10;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/3167820_orig.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="display:block;">&Aacute;REA DE PROTE&Ccedil;&Atilde;O AMBIENTAL&nbsp;<br />&#8203;&Aacute;rea em geral extensa, com certo grau de ocupa&ccedil;&atilde;o humana, com atributos bi&oacute;ticos, abi&oacute;ticos, est&eacute;ticos ou culturais importantes para a qualidade de vida e o bem-estar das popula&ccedil;&otilde;es humanas. As APAs tem como objetivo proteger a diversidade biol&oacute;gica, disciplinar o processo de ocupa&ccedil;&atilde;o e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais. Cabe ao Instituto Chico Mendes estabelecer as condi&ccedil;&otilde;es para pesquisa e visita&ccedil;&atilde;o pelo p&uacute;blico.<br /></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;z-index:10;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a href='https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/5978611_orig.jpg' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/5978611_orig.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="display:block;">&Aacute;REA DE RELEVANTE INTERESSE ECOL&Oacute;GICO&nbsp;<br />&Aacute;rea em geral de pequena extens&atilde;o, com pouca ou nenhuma ocupa&ccedil;&atilde;o humana, com caracter&iacute;sticas naturais singulares ou mesmo que abrigam exemplares raros da biota regional. Sua cria&ccedil;&atilde;o visa a manter esses ecossistemas naturais de import&acirc;ncia regional ou local, bem como regular o uso admiss&iacute;vel destas &aacute;reas, compatibilizando-o com os objetivos da conserva&ccedil;&atilde;o da natureza.<br /></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;z-index:10;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a href='https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/4058472_orig.jpg' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/4058472_orig.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="display:block;">FLORESTA NACIONAL&nbsp;<br />&#8203;&Aacute;rea com cobertura florestal de esp&eacute;cies predominantemente nativas, criadas com o objetivo b&aacute;sico de uso m&uacute;ltiplo sustent&aacute;vel dos recursos florestais e pesquisa cient&iacute;fica, voltada para a descoberta de m&eacute;todos de explora&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel destas florestas nativas. &Eacute; permitida a perman&ecirc;ncia de popula&ccedil;&otilde;es tradicionais que habitam a &aacute;rea, quando de sua cria&ccedil;&atilde;o, conforme determinar o plano de manejo da unidade. A visita&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica &eacute; permitida, mas condicionada &agrave;s normas especificadas no plano de manejo. A pesquisa &eacute; permitida e incentivada, sujeitando-se &agrave; pr&eacute;via autoriza&ccedil;&atilde;o do Instituto Chico Mendes.<br /></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;z-index:10;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a href='https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/4238480_orig.jpg' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/4238480_orig.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="display:block;">RESERVA EXTRATIVISTA&nbsp;<br />&Aacute;rea utilizada por popula&ccedil;&otilde;es extrativistas tradicionais, cuja subsist&ecirc;ncia baseia-se no extrativismo e, complementarmente, na agricultura de subsist&ecirc;ncia e na cria&ccedil;&atilde;o de animais de pequeno porte. Sua cria&ccedil;&atilde;o visa a proteger os meios de vida e a cultura dessas popula&ccedil;&otilde;es, assegurando o uso sustent&aacute;vel dos recursos naturais da unidade. As popula&ccedil;&otilde;es que vivem nessas unidades possuem contrato de concess&atilde;o de direito real de uso, tendo em vista que a &aacute;rea &eacute; de dom&iacute;nio p&uacute;blico. A visita&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica &eacute; permitida, desde que compat&iacute;vel com os interesses locais e com o disposto no plano de manejo da unidade. A pesquisa &eacute; permitida e incentivada, desde que haja pr&eacute;via autoriza&ccedil;&atilde;o do Instituto Chico Mendes.<br /></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;z-index:10;width:279px;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a href='https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/8053313_orig.jpg?261' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/8053313.jpg?261" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="display:block;">&#8203;RESERVA DE FAUNA<br />&Aacute;rea natural com popula&ccedil;&otilde;es de animais de esp&eacute;cies nativas, terrestres e aqu&aacute;ticas, residentes ou migrat&oacute;rias, adequadas para estudos t&eacute;cnico-cient&iacute;ficos sobe o manejo econ&ocirc;mico sustent&aacute;vel dos recursos faun&iacute;sticos. A visita&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica &eacute; permitida, desde que compat&iacute;vel com o manejo da unidade. &Eacute; proibida na &aacute;rea a pr&aacute;tica da ca&ccedil;a amador&iacute;stica ou profissional. Mas pode haver comercializa&ccedil;&atilde;o dos produtos e subprodutos resultantes das pesquisas, desde que obede&ccedil;am o disposto na legisla&ccedil;&atilde;o brasileira sobre fauna. O Instituto Chico Mendes ainda n&atilde;o criou nenhuma Unidade de Conserva&ccedil;&atilde;o desta categoria.<br /></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;z-index:10;width:auto;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a href='https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/7895085_orig.jpg' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/7895085_orig.jpg" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="display:block;">RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENT&Aacute;VEL&nbsp;<br />&#8203;&Aacute;rea natural que abriga popula&ccedil;&otilde;es tradicionais, que vivem basicamente em sistemas sustent&aacute;veis de explora&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais, desenvolvidos ao longo de gera&ccedil;&otilde;es e adaptados &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es ecol&oacute;gicas locais. Esta categoria desempenha papel fundamental na prote&ccedil;&atilde;o da natureza, bem como na manuten&ccedil;&atilde;o da diversidade biol&oacute;gica. Tal uso &eacute; regido, como nas Reservas Extrativistas, por contrato de concess&atilde;o de direito real de uso, uma vez que a &aacute;rea da RDS &eacute; de dom&iacute;nio p&uacute;blico.<br /></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <span class='imgPusher' style='float:left;height:0px'></span><span style='display: table;z-index:10;width:282px;position:relative;float:left;max-width:100%;;clear:left;margin-top:0px;*margin-top:0px'><a href='https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/645013_orig.jpg?264' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'><img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/645013.jpg?264" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px; max-width:100%" alt="Imagem" class="galleryImageBorder wsite-image" /></a><span style="display: table-caption; caption-side: bottom; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;" class="wsite-caption"></span></span> <div class="paragraph" style="display:block;">RESERVA&nbsp; PARTICULAR DO PATRIM&Ocirc;NIO NATURAL<br />&#8203;S&atilde;o Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o institu&iacute;das em &aacute;reas privadas, gravadas com perpetuidade, com o objetivo de conservar a diversidade biol&oacute;gica ali existente. Com isso, tem-se o engajamento do cidad&atilde;o na prote&ccedil;&atilde;o dos ecossistemas brasileiros, dando-lhe incentivo &agrave; sua cria&ccedil;&atilde;o, como isen&ccedil;&atilde;o de impostos. O SNUC especifica que &eacute; compat&iacute;vel a conserva&ccedil;&atilde;o da natureza nessas &aacute;reas, com o uso sustent&aacute;vel de parcela de seus recursos ambientais renov&aacute;veis, bem como dos processos ecol&oacute;gicos essenciais, mantendo a biodiversidade e atributos ecol&oacute;gicos. Uso sustent&aacute;vel aqui subentende-se a realiza&ccedil;&atilde;o de pesquisa cient&iacute;fica e visita&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica com finalidade tur&iacute;stica, recreativa e educacional.<br /></div> <hr style="width:100%;clear:both;visibility:hidden;"></hr>  <div class="paragraph" style="text-align:left;">&#8203;Fonte: Instituto Chico Mendes</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Animação mostra a importância das abelhas e por que elas estão morrendo]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/animacao-mostra-a-importancia-das-abelhas-e-por-que-elas-estao-morrendo1]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/animacao-mostra-a-importancia-das-abelhas-e-por-que-elas-estao-morrendo1#comments]]></comments><pubDate>Wed, 23 Sep 2015 23:08:24 GMT</pubDate><category><![CDATA[Abelhas]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/animacao-mostra-a-importancia-das-abelhas-e-por-que-elas-estao-morrendo1</guid><description><![CDATA[       A hist&oacute;ria das abelhas e da civiliza&ccedil;&atilde;o humana est&aacute; intimamente ligada desde tempos imemoriais. N&atilde;o apenas pelo mel, mas principalmente pela poliniza&ccedil;&atilde;o das colheitas, as abelhas s&atilde;o extremamente importantes para a nossa alimenta&ccedil;&atilde;o. Seria praticamente imposs&iacute;vel chegar aonde nossa sociedade chegou sem a ajuda das abelhas. Mas a hist&oacute;ria n&atilde;o &eacute; t&atilde;o feliz assim. As abelhas est&atilde;o m [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div class="wsite-youtube" style="margin-bottom:10px;margin-top:10px;"><div class="wsite-youtube-wrapper wsite-youtube-size-auto wsite-youtube-align-center"> <div class="wsite-youtube-container">  <iframe src="//www.youtube.com/embed/GqA42M4RtxE?wmode=opaque" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> </div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:justify;">A hist&oacute;ria das abelhas e da civiliza&ccedil;&atilde;o humana est&aacute; intimamente ligada desde tempos imemoriais. N&atilde;o apenas pelo mel, mas principalmente pela poliniza&ccedil;&atilde;o das colheitas, as abelhas s&atilde;o extremamente importantes para a nossa alimenta&ccedil;&atilde;o. Seria praticamente imposs&iacute;vel chegar aonde nossa sociedade chegou sem a ajuda das abelhas.<br /><span></span><br /><span></span> Mas a hist&oacute;ria n&atilde;o &eacute; t&atilde;o feliz assim. As abelhas est&atilde;o morrendo. Seja por parasitas, venenos ou pela a&ccedil;&atilde;o humana, grande parte da popula&ccedil;&atilde;o de abelhas est&aacute; sofrendo de um fen&ocirc;meno chamado dist&uacute;rbio do colapso das col&ocirc;nias. E para conscientizar mais pessoas sobre o problema, o canal <a href="https://www.youtube.com/user/Kurzgesagt" title="">In a Nutshell &ndash; Kurzgesagt</a> criou um v&iacute;deo que mostra a import&acirc;ncia das abelhas e por que elas est&atilde;o morrendo.<br /><br />Fonte: Pensamento Verde</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Rock in Rio arrecada fundos para reflorestar as margens do Guandu]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/rock-in-rio-arrecada-fundos-para-reflorestar-as-margens-do-guanduleilao-virtual-de-guitarras-autografadas-por-renomados-artistas-vai-arrecadar-uma-quantia-suficiente-para-o-plantio-de-mais-de-nove-milhoes-de-arvores-na-bacia-do-rio-guandu]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/rock-in-rio-arrecada-fundos-para-reflorestar-as-margens-do-guanduleilao-virtual-de-guitarras-autografadas-por-renomados-artistas-vai-arrecadar-uma-quantia-suficiente-para-o-plantio-de-mais-de-nove-milhoes-de-arvores-na-bacia-do-rio-guandu#comments]]></comments><pubDate>Wed, 16 Sep 2015 19:16:19 GMT</pubDate><category><![CDATA[Margens de rios]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/rock-in-rio-arrecada-fundos-para-reflorestar-as-margens-do-guanduleilao-virtual-de-guitarras-autografadas-por-renomados-artistas-vai-arrecadar-uma-quantia-suficiente-para-o-plantio-de-mais-de-nove-milhoes-de-arvores-na-bacia-do-rio-guandu</guid><description><![CDATA[       Leil&atilde;o virtual de guitarras autografadas por renomados artistas vai arrecadar uma quantia suficiente para o plantio de mais de nove milh&otilde;es de &aacute;rvores na Bacia do Rio Guandu  O maior evento musical do Brasil e um dos mais importantes em todo o mundo, o Rock in Rio ser&aacute; realizado novamente em solo brasileiro em 2015 e contar&aacute; com a participa&ccedil;&atilde;o de renomados artistas nacionais e &iacute;cones internacionais. Al&eacute;m das atra&ccedil;&otild [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/9767415_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph"><a href="http://www.weebly.com/weebly/main.php#" title="Links ativos quando publicados" style="">Leil&atilde;o virtual de guitarras autografadas por renomados artistas vai arrecadar uma quantia suficiente para o plantio de mais de nove milh&otilde;es de &aacute;rvores na Bacia do Rio Guandu</a></div>  <div class="paragraph" style="text-align:justify;"><span style="color:#777777;">O maior evento musical do Brasil e um dos mais importantes em todo o mundo, o Rock in Rio ser&aacute; realizado novamente em solo brasileiro em 2015 e contar&aacute; com a participa&ccedil;&atilde;o de renomados artistas nacionais e &iacute;cones internacionais. Al&eacute;m das atra&ccedil;&otilde;es musicais, outro movimento tem chamado a aten&ccedil;&atilde;o para o festival: o reflorestamento da Bacia do Rio Guandu, que abastece boa parte da cidade maravilhosa.</span><br /><span></span><br /><span></span> <span style="color:#777777;">Visando arrecadar fundos para auxiliar o reflorestamento das margens do Guandu, o Rock in Rio firmou parceria com duas organiza&ccedil;&otilde;es ambientais e ir&aacute; contribuir com valores arrecadados atrav&eacute;s de um leil&atilde;o virtual de guitarras autografadas. &ldquo;Todo o dinheiro arrecadado ser&aacute; revertido para ampliar a quantidade de &aacute;rvores plantadas. Nomes como Queen, Metallica, A-Ha e System of a Down s&atilde;o alguns que j&aacute; garantiram a assinatura no instrumento&rdquo;, afirmou Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio, ao site do jornal O Globo.</span><br /><span></span><br /><span></span> <span style="color:#777777;">O leil&atilde;o ser&aacute; feito pelo site </span><a href="www.esolidar.com/rockinrio" title=""><span style="color:#507d17;text-decoration:underline;">www.esolidar.com/rockinrio</span></a><span style="color:#777777;">. Os lances inciais variam entre R$ 500 e R$ 1500.</span><br /><span></span><br /><span></span> <span style="color:#777777;">Segundo os organizadores do evento e as institui&ccedil;&otilde;es ambientais parceiras, Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional e o Instituto E, o objetivo &eacute; arrecadar uma quantia suficiente para o replantio de mais de nove milh&otilde;es de &aacute;rvores na regi&atilde;o. Al&eacute;m do leil&atilde;o em si, alguns promotores da Conserva&ccedil;&atilde;o Internacional tamb&eacute;m estar&atilde;o presentes nos sets do Rock in Rio para propor a&ccedil;&otilde;es interativas com o p&uacute;blico, como um jogo de adivinha&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de uma m&uacute;sica exibida em um tablet&hellip; Se a pessoa acertar qual artista est&aacute; cantando, uma nova &aacute;rvore ser&aacute; plantada na Bacia do Rio Guandu.</span><br /><span></span><br /><span></span> <span style="color:#777777;">&ldquo;O que faremos no Rock in Rio &eacute; o passo inicial de um projeto muito maior, chamado MegaRio, que beneficiar&aacute; 13 milh&otilde;es de pessoas do Rio&rdquo;, complementou o vice-presidente da CI-Brasil, Rodrigo Medeiros. &ldquo;N&atilde;o cuidar da &aacute;gua num mundo em que mais de um bilh&atilde;o de pessoas n&atilde;o t&ecirc;m acesso &agrave; &aacute;gua pot&aacute;vel deixou de ser uma op&ccedil;&atilde;o. Uma a&ccedil;&atilde;o como esta chamar&aacute; aten&ccedil;&atilde;o para os riscos que amea&ccedil;am a principal fonte de abastecimento da nossa cidade, como tamb&eacute;m far&aacute;, efetivamente, diferen&ccedil;a, mesmo que seja a m&eacute;dio prazo&rdquo;, concorda a diretora do Instituto E, Nina Braga.</span><br /><span></span><br /><span></span> <span style="color:#000000;">Fonte: Pensamento Verde</span><br /><span></span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Humanidade retira 15 bilhões de árvores e planta apenas cinco, diz estudo]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/humanidade-retira-15-bilhoes-de-arvores-e-planta-apenas-cinco-diz-estudo]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/humanidade-retira-15-bilhoes-de-arvores-e-planta-apenas-cinco-diz-estudo#comments]]></comments><pubDate>Sat, 12 Sep 2015 21:32:54 GMT</pubDate><category><![CDATA[&Aacute;rvores no planeta]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/humanidade-retira-15-bilhoes-de-arvores-e-planta-apenas-cinco-diz-estudo</guid><description><![CDATA[       Dados revelara que atualmente existem 420 &aacute;rvores para cada pessoa na Terra A conceituada revista cient&iacute;fica Nature publicou recentemente um estudo assinado pela Universidade de Yale (EUA) que calculou a quantidade de &aacute;rvores existentes no mundo: tr&ecirc;s trilh&otilde;es. Portanto, se dividirmos pela popula&ccedil;&atilde;o global, d&aacute; 420 &aacute;rvores para cada pessoa na Terra. Coordenada por Thomas Crowther, a pesquisa analisou m&eacute;tricas topogr&aacut [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:0;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/8662401_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Verdana';font-size:12px;font-style:italic;color:#777777;">Dados revelara que atualmente existem 420 &aacute;rvores para cada pessoa na Terra</span><br /><span></span><br /><span></span> <span style="color:#777777;">A conceituada revista cient&iacute;fica Nature publicou recentemente um estudo assinado pela Universidade de Yale (EUA) que calculou a quantidade de &aacute;rvores existentes no mundo: tr&ecirc;s trilh&otilde;es. Portanto, se dividirmos pela popula&ccedil;&atilde;o global, d&aacute; 420 &aacute;rvores para cada pessoa na Terra. Coordenada por Thomas Crowther, a pesquisa analisou m&eacute;tricas topogr&aacute;ficas e fotos de sat&eacute;lite para chegar a um resultado mais preciso. O estudo, inclusive, j&aacute; servir&aacute; como base para outras pesquisas sobre biodiversidade e reflexos de mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas.</span><br /><span></span><br /><span></span> <span style="color:#777777;">&ldquo;N&atilde;o se trata de boas ou m&aacute;s not&iacute;cias que chegamos a esse n&uacute;mero. Estamos simplesmente descrevendo o estado do sistema global florestal em n&uacute;meros que as pessoas entendam e que cientistas e respons&aacute;veis por pol&iacute;ticas ambientais possam usar&rdquo;, afirmou Crowther.</span><br /><span></span><br /><span></span> <span style="color:#777777;">Segundo Thomas, al&eacute;m da tecnologia de ponta essencial para a pesquisa, algumas medi&ccedil;&otilde;es locais tamb&eacute;m foram vitais para a conclus&atilde;o do estudo. Para tal, foram levantados dados sobre densidade arb&oacute;rea, por exemplo, em mais de 400 mil florestas. Este procedimento contribuiu diretamente para computar &aacute;rvores que n&atilde;o podiam ser registradas pelos sat&eacute;lites, devido &agrave; m&aacute; qualidade das imagens.</span><br /><span></span><br /><span></span> <span style="color:#777777;">Outro dado interessante &eacute; que de todas as &aacute;rvores da Terra, 40% (1,39 trilh&atilde;o) das esp&eacute;cies est&atilde;o em florestas como a Amaz&ocirc;nia. J&aacute; 0,61 trilh&atilde;o est&aacute; localizado em regi&otilde;es caracterizadas pelo clima temperado e mais 0,74 trilh&atilde;o de &aacute;rvores em florestas boreais, aquelas formadas por con&iacute;feras que ficam pouco abaixo do Polo Norte.</span><br /><span></span><br /><span></span> <span style="color:#507d17;">Influ&ecirc;ncia humana</span> <span style="color:#777777;">O estudo liderado por Thomas Crowther apontou ainda que mais de 15 bilh&otilde;es de &aacute;rvores s&atilde;o retiradas da natureza todo ano, sendo que apenas cinco bilh&otilde;es s&atilde;o &ldquo;devolvidas&rdquo; &agrave; natureza.</span><br /><span></span><br /><span></span> <span style="color:#777777;">&ldquo;Estamos falando de 0,3% de perda global anual. N&atilde;o &eacute; uma quantia insignificante e deveria levar a uma reflex&atilde;o sobre o papel do desflorestamento nas mudan&ccedil;as em ecossistemas. Sem falar que essas perdas de &aacute;rvores est&atilde;o ligadas &agrave; explora&ccedil;&atilde;o madeireira e &agrave; atividade agr&iacute;cola. Com o crescimento da popula&ccedil;&atilde;o mundial poderemos ver essas perdas aumentarem&rdquo;, comentou Henry Click, um dos coautores da pesquisa.</span><br /><span></span><br /><span></span> <span style="color:#777777;">Fonte: Pensamento Verde</span><br /><span></span><br /><span></span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Bioma Cerrado]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/bioma-cerrado]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/bioma-cerrado#comments]]></comments><pubDate>Fri, 11 Sep 2015 22:47:16 GMT</pubDate><category><![CDATA[Bioma]]></category><category><![CDATA[Cerrado]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/bioma-cerrado</guid><description><![CDATA[       O Bioma Cerrado O Cerrado &eacute; o segundo maior bioma da Am&eacute;rica do Sul, ocupando uma &aacute;rea de 2.036.448 km2, cerca de 22% do territ&oacute;rio nacional. A sua &aacute;rea cont&iacute;nua incide sobre os estados de Goi&aacute;s, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranh&atilde;o, Piau&iacute;, Rond&ocirc;nia, Paran&aacute;, S&atilde;o Paulo e Distrito Federal, al&eacute;m dos encraves no Amap&aacute;, Roraima e Amazonas. Neste espa&ccedil;o te [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/8169248_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:justify;">O Bioma Cerrado O Cerrado &eacute; o segundo maior bioma da Am&eacute;rica do Sul, ocupando uma &aacute;rea de 2.036.448 km2, cerca de 22% do territ&oacute;rio nacional. A sua &aacute;rea cont&iacute;nua incide sobre os estados de Goi&aacute;s, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Maranh&atilde;o, Piau&iacute;, Rond&ocirc;nia, Paran&aacute;, S&atilde;o Paulo e Distrito Federal, al&eacute;m dos encraves no Amap&aacute;, Roraima e Amazonas. Neste espa&ccedil;o territorial encontram-se as nascentes das tr&ecirc;s maiores bacias hidrogr&aacute;ficas da Am&eacute;rica do Sul (Amaz&ocirc;nica/Tocantins, S&atilde;o Francisco e Prata), o que resulta em um elevado potencial aqu&iacute;fero e favorece a sua biodiversidade.<br /><span></span><br /><span></span> Considerado como um hotspots mundiais de biodiversidade, o Cerrado apresenta extrema abund&acirc;ncia de esp&eacute;cies end&ecirc;micas e sofre uma excepcional perda de habitat. Do ponto de vista da diversidade biol&oacute;gica, o Cerrado brasileiro &eacute; reconhecido como a savana mais rica do mundo, abrigando 11.627 esp&eacute;cies de plantas nativas j&aacute; catalogadas. Existe uma grande diversidade de habitats, que determinam uma not&aacute;vel altern&acirc;ncia de esp&eacute;cies entre diferentes fitofisionomias. Cerca de 199 esp&eacute;cies de mam&iacute;feros s&atilde;o conhecidas, e a rica avifauna compreende cerca de 837 esp&eacute;cies. Os n&uacute;meros de peixes (1200 esp&eacute;cies), r&eacute;pteis (180 esp&eacute;cies) e anf&iacute;bios (150 esp&eacute;cies) s&atilde;o elevados. O n&uacute;mero de peixes end&ecirc;micos n&atilde;o &eacute; conhecido, por&eacute;m os valores s&atilde;o bastante altos para anf&iacute;bios e r&eacute;pteis: 28% e 17%, respectivamente. De acordo com estimativas recentes, o Cerrado &eacute; o ref&uacute;gio de 13% das borboletas, 35% das abelhas e 23% dos cupins dos tr&oacute;picos.<br /><span></span><br /><span></span> Al&eacute;m dos aspectos ambientais, o Cerrado tem grande import&acirc;ncia social. Muitas popula&ccedil;&otilde;es sobrevivem de seus recursos naturais, incluindo etnias ind&iacute;genas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos, baba&ccedil;ueiras, vazanteiros e comunidades quilombolas que, juntas, fazem parte do patrim&ocirc;nio hist&oacute;rico e cultural brasileiro, e det&ecirc;m um conhecimento tradicional de sua biodiversidade. Mais de 220 esp&eacute;cies t&ecirc;m uso medicinal e mais 416 podem ser usadas na recupera&ccedil;&atilde;o de solos degradados, como barreiras contra o vento, prote&ccedil;&atilde;o contra a eros&atilde;o, ou para criar habitat de predadores naturais de pragas. Mais de 10 tipos de frutos comest&iacute;veis s&atilde;o regularmente consumidos pela popula&ccedil;&atilde;o local e vendidos nos centros urbanos, como os frutos do Pequi (Caryocar brasiliense), Buriti (Mauritia flexuosa), Mangaba (Hancornia speciosa), Cagaita (Eugenia dysenterica), Bacupari (Salacia crassifolia), Cajuzinho do cerrado (Anacardium humile), Araticum (Annona crassifolia) e as sementes do Bar&uacute; (Dipteryx alata).<br /><span></span><br /><span></span> Contudo, in&uacute;meras esp&eacute;cies de plantas e animais correm risco de extin&ccedil;&atilde;o. Estima-se que 20% das esp&eacute;cies nativas e end&ecirc;micas j&aacute; n&atilde;o ocorram em &aacute;reas protegidas e que pelo menos 137 esp&eacute;cies de animais que ocorrem no Cerrado est&atilde;o amea&ccedil;adas de extin&ccedil;&atilde;o. Depois da Mata Atl&acirc;ntica, o Cerrado &eacute; o bioma brasileiro que mais sofreu altera&ccedil;&otilde;es com a ocupa&ccedil;&atilde;o humana. Com a crescente press&atilde;o para a abertura de novas &aacute;reas, visando incrementar a produ&ccedil;&atilde;o de carne e gr&atilde;os para exporta&ccedil;&atilde;o, tem havido um progressivo esgotamento dos recursos naturais da regi&atilde;o. Nas tr&ecirc;s &uacute;ltimas d&eacute;cadas, o Cerrado vem sendo degradado pela expans&atilde;o da fronteira agr&iacute;cola brasileira. Al&eacute;m disso, o bioma Cerrado &eacute; palco de uma explora&ccedil;&atilde;o extremamente predat&oacute;ria de seu material lenhoso para produ&ccedil;&atilde;o de carv&atilde;o.<br /><span></span><br /><span></span> Apesar do reconhecimento de sua import&acirc;ncia biol&oacute;gica, de todos os hotspots mundiais, o Cerrado &eacute; o que possui a menor porcentagem de &aacute;reas sobre prote&ccedil;&atilde;o integral. O Bioma apresenta 8,21% de seu territ&oacute;rio legalmente protegido por unidades de conserva&ccedil;&atilde;o; desse total, 2,85% s&atilde;o unidades de conserva&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o integral e 5,36% de unidades de conserva&ccedil;&atilde;o de uso sustent&aacute;vel, incluindo RPPNs (0,07%).<br /><span></span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Site calcula quantidade de carbono que produzimos no dia a dia]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/site-calcula-quantidade-de-carbono-que-produzimos-no-dia-a-dia]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/site-calcula-quantidade-de-carbono-que-produzimos-no-dia-a-dia#comments]]></comments><pubDate>Wed, 11 Mar 2015 00:55:44 GMT</pubDate><category><![CDATA[Calculadora de Carbono]]></category><category><![CDATA[Carbono]]></category><category><![CDATA[Compensa&ccedil;&atilde;o CO2]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/site-calcula-quantidade-de-carbono-que-produzimos-no-dia-a-dia</guid><description><![CDATA[       Alunos do Centro Educacional da Funda&ccedil;&atilde;o Salvador Arena, em S&atilde;o Bernardo do Campo (SP) desenvolveram uma calculadora capaz de medir a emiss&atilde;o de&nbsp;CO2&nbsp;que cada indiv&iacute;duo produz a partir de suas atividades cotidianas. A&nbsp;calculadora&nbsp;pode ser acessada por qualquer pessoa.Ao acessar o site, o usu&aacute;rio responder&aacute; algumas quest&otilde;es, fornecendo dados de seu consumo di&aacute;rio. Fazem parte do question&aacute;rio o n&uacute [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:center"> <a> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/6066227_orig.jpg" alt="Imagem" style="width:auto;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:justify;">Alunos do Centro Educacional da Funda&ccedil;&atilde;o Salvador Arena, em S&atilde;o Bernardo do Campo (SP) desenvolveram uma calculadora capaz de medir a emiss&atilde;o de&nbsp;<a href="http://www.pensamentoverde.com.br/sustentabilidade/site-calcula-quantidade-de-carbono-que-produzimos-no-dia-dia/Capacidade%20de%20reten%C3%A7%C3%A3o%20de%20CO2%20da%20Amaz%C3%B4nia%20%C3%A9%20maior%20do%20que%20sua%20emiss%C3%A3o,%20diz%20NASA">CO2</a>&nbsp;que cada indiv&iacute;duo produz a partir de suas atividades cotidianas. A&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.centroeducacionalfsa.org.br/cefsa/calculadora_carbono/index.aspx">calculadora</a>&nbsp;pode ser acessada por qualquer pessoa.<br /><br />Ao acessar o site, o usu&aacute;rio responder&aacute; algumas quest&otilde;es, fornecendo dados de seu consumo di&aacute;rio. Fazem parte do question&aacute;rio o n&uacute;mero de horas gastas assistindo televis&atilde;o, jogando videogame e utilizando o celular, por exemplo. Tamb&eacute;m est&aacute; no question&aacute;rio quesitos como locomo&ccedil;&atilde;o e lixo que cada pessoa produz.<br /><br />Ap&oacute;s preencher os dados, a calculadora trabalha para dar o resultado em Kg de quanto CO2 o indiv&iacute;duo emite e quantas &aacute;rvores ele precisar&aacute; plantar por ano para remediar o preju&iacute;zo. Tamb&eacute;m vem uma dica de mudan&ccedil;a de h&aacute;bito que pode representar uma menor emiss&atilde;o. Algumas delas s&atilde;o utilizar menos o computador ou preferir o transporte p&uacute;blico e as caronas compartilhadas ao uso de autom&oacute;veis particulares.<br /><br />Cristina Favaron Tugas, diretora pedag&oacute;gica do Col&eacute;gio Termomec&acirc;nica (CTM), do centro educacional, explica que desde 2010 a escola promove projetos de relev&acirc;ncia social com o objetivo de envolver os alunos nas atividades desenvolvidas. Em 2014 a tem&aacute;tica foi preserva&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica e, ap&oacute;s reuni&otilde;es, alunos e professores decidiram criar a calculadora.<br /><br />A inven&ccedil;&atilde;o, na vis&atilde;o da pedagoga, aproxima a realidade dos alunos &agrave;s a&ccedil;&otilde;es ecol&oacute;gicas e se mostrou uma ferramenta que vem ganhando destaque em sites que se prop&otilde;em a discutir meio ambiente. Fa&ccedil;a voc&ecirc; tamb&eacute;m a sua medi&ccedil;&atilde;o e avalie quantas &aacute;rvores voc&ecirc; precisa plantar por ano para compensar seu consumo! &Eacute; uma &oacute;tima oportunidade para repensar h&aacute;bitos.<br /><br />&#8203;Fonte: Pensamento Verde<br /></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Espantosa Comparação da Terra em Relação com a Água e o Ar]]></title><link><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/espantosa-comparacao-da-terra-em-relacao-com-a-agua-e-o-ar]]></link><comments><![CDATA[https://www.globaltree.com.br/blog/espantosa-comparacao-da-terra-em-relacao-com-a-agua-e-o-ar#comments]]></comments><pubDate>Wed, 22 Oct 2014 16:31:17 GMT</pubDate><category><![CDATA[&Aacute;gua]]></category><category><![CDATA[Compara&ccedil;&atilde;o &Aacute;gua e Ar na Terra]]></category><guid isPermaLink="false">https://www.globaltree.com.br/blog/espantosa-comparacao-da-terra-em-relacao-com-a-agua-e-o-ar</guid><description><![CDATA[       por Carnegie InstitutionA &aacute;gua foi crucial para o surgimento da vida na Terra e tamb&eacute;m &eacute; importante para avaliar a possibilidade de vida em outros planetas. Identificar a fonte original da &aacute;gua da Terra &eacute; a chave para a compreens&atilde;o de como os ambientes que permitiram a vida surgiram, e qual a probabilidade de serem encontrados em outros lugares.Um novo trabalho de uma equipe, incluindo Conel Alexander, da Universidade de Carnegie (Reino Unido), de [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div><div class="wsite-image wsite-image-border-none " style="padding-top:10px;padding-bottom:10px;margin-left:0;margin-right:0;text-align:left"> <a href='https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/1684535_orig.jpg?369' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'> <img src="https://www.globaltree.com.br/uploads/1/1/7/7/11773298/1684535.jpg?369" alt="Picture" style="width:369;max-width:100%" /> </a> <div style="display:block;font-size:90%"></div> </div></div>  <div class="paragraph" style="text-align:left;">por Carnegie Institution<br /><span style=""></span><br /><span style=""></span>A &aacute;gua foi crucial para o surgimento da vida na Terra e tamb&eacute;m &eacute; importante para avaliar a possibilidade de vida em outros planetas. Identificar a fonte original da &aacute;gua da Terra &eacute; a chave para a compreens&atilde;o de como os ambientes que permitiram a vida surgiram, e qual a probabilidade de serem encontrados em outros lugares.<br /><span style=""></span><br /><span style=""></span>Um novo trabalho de uma equipe, incluindo Conel Alexander, da Universidade de Carnegie (Reino Unido), descobriu que grande parte da &aacute;gua do nosso sistema solar provavelmente originou-se de gelos que se formaram no espa&ccedil;o interestelar. O estudo foi publicado na revista &ldquo;Science&rdquo;.<br /><span style=""></span><br /><span style=""></span>A &aacute;gua &eacute; encontrada em todo o sistema solar, n&atilde;o s&oacute; na Terra, mas em cometas gelados e luas e nas bacias sombreadas de Merc&uacute;rio. Ela tamb&eacute;m foi encontrada em amostras minerais de meteoritos na lua e em Marte.<br />Cometas e asteroides em particular s&atilde;o objetos primitivos, e por isso fornecem uma &ldquo;c&aacute;psula do tempo&rdquo; natural que nos mostra como eram as condi&ccedil;&otilde;es durante os primeiros dias do nosso sistema solar.<br />Analisando esses objetos, os cientistas estudaram como era o gelo que circundava o sol ap&oacute;s o seu nascimento.<br /><span style=""></span><br /><span style=""></span>Na sua juventude, o sol foi cercado por um disco protoplanet&aacute;rio, a chamada nebulosa solar, a partir da qual os planetas nasceram. Contudo, n&atilde;o era claro para os pesquisadores se o gelo neste disco originou-se da pr&oacute;pria nuvem molecular parental interestelar do sol (ou seja, o que criou o sol criou nossa &aacute;gua), ou se veio de outro lugar.<br /><span style=""></span><br /><span style=""></span>&ldquo;Por que isso &eacute; importante? Se a &aacute;gua no in&iacute;cio do sistema solar foi herdada principalmente do gelo do espa&ccedil;o interestelar, ent&atilde;o &eacute; prov&aacute;vel que gelos semelhantes, juntamente com a mat&eacute;ria org&acirc;nica prebi&oacute;tica que eles cont&ecirc;m, sejam abundantes na maioria ou em todos os discos protoplanet&aacute;rios ao redor de estrelas em forma&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explicou Alexander. &ldquo;Por&eacute;m, se a &aacute;gua do in&iacute;cio do sistema solar foi em grande parte o resultado de processamento qu&iacute;mico local durante o nascimento do sol, ent&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel que a abund&acirc;ncia de &aacute;gua varie consideravelmente na forma&ccedil;&atilde;o de sistemas planet&aacute;rios, o que, obviamente, tem implica&ccedil;&otilde;es no potencial para o surgimento da vida em outros lugares&rdquo;.<br /><span style=""></span><br /><span style=""></span>Ao estudar a hist&oacute;ria dos gelos do nosso sistema solar, a equipe focou no hidrog&ecirc;nio e no seu mais pesado is&oacute;topo, o deut&eacute;rio. Is&oacute;topos s&atilde;o &aacute;tomos do mesmo elemento que t&ecirc;m o mesmo n&uacute;mero de pr&oacute;tons, mas um n&uacute;mero diferente de n&ecirc;utrons. A diferen&ccedil;a de massas entre is&oacute;topos resulta em diferen&ccedil;as sutis em seu comportamento durante as rea&ccedil;&otilde;es qu&iacute;micas. Como um resultado, a raz&atilde;o do hidrog&ecirc;nio para o deut&eacute;rio em mol&eacute;culas de &aacute;gua pode dar informa&ccedil;&otilde;es aos cientistas sobre as condi&ccedil;&otilde;es sob as quais as mol&eacute;culas foram formadas.<br />Por exemplo, a &aacute;gua interestelar congelada tem uma alta propor&ccedil;&atilde;o de deut&eacute;rio e hidrog&ecirc;nio por causa das temperaturas muito baixas na qual se forma. At&eacute; agora, n&atilde;o se sabia quanto desse enriquecimento de deut&eacute;rio foi removido por transforma&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica durante o nascimento do sol, ou quanto deut&eacute;rio a &aacute;gua gelada do sistema solar rec&eacute;m-nascido foi capaz de produzir por conta pr&oacute;pria.<br /><span style=""></span><br /><span style=""></span>Assim, a equipe criou modelos que simularam um disco protoplanet&aacute;rio em que todo o deut&eacute;rio do gelo espacial j&aacute; foi eliminado por transforma&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica e o sistema tem que come&ccedil;ar de novo, &ldquo;do zero&rdquo;, uma produ&ccedil;&atilde;o de gelo com deut&eacute;rio durante um per&iacute;odo de milh&otilde;es de anos.<br /><span style=""></span><br /><span style=""></span>Eles fizeram isso para ver se o sistema pode atingir as propor&ccedil;&otilde;es de deut&eacute;rio e hidrog&ecirc;nio que s&atilde;o encontradas hoje em amostras de meteoritos, na &aacute;gua do oceano da Terra ou em cometas &ldquo;c&aacute;psulas do tempo&rdquo;. Como n&atilde;o conseguiram, descobriram que pelo menos uma parte da &aacute;gua em nosso pr&oacute;prio sistema solar teve sua origem no espa&ccedil;o interestelar e pr&eacute;-data o nascimento do sol.<br /><span style=""></span></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>